Outros filmes latino-americanos

Em artigo já publicado no portal NET Educação, abordamos a indústria cinematográfica mais importante, representada por Brasil, México, Argentina e Cuba. Também, falamos sobre circulação dos filmes latino-americanos no Brasil, bem menor se comparada a épocas anteriores. Mas e os outros países? O que sabemos, por exemplo, sobre o cinema dos países da América Central e do Caribe – Costa Rica, Panamá, Nicarágua, Guatemala, Honduras, República Dominicana, Porto Rico e El Salvador?

Ainda que a produção seja pequena, aí também se faz cinema. São pouquíssimos longas-metragens de ficção, formato que tem maior circulação internacional, mas muitos curtas-metragens e documentários. Essas produções dependem menos de financiamentos públicos e privados. Nesse aspecto, o barateamento dos aparatos tecnológicos tem facilitado o crescimento das produções digitais independentes, que ainda não alçaram voo internacional. Circulam apenas nos festivais de curtas e nos festivais de Cinema Latino-americano. Países que passaram por guerras de libertação, como Nicarágua e El Salvador, contam ainda com o apoio internacional para documentários que registrem suas lutas.
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Educação é a saída para o crescimento da economia latina, diz OCDE

O crescimento econômico da América Latina em 2014 foi o menor dos últimos cinco anos e a solução para essa desaceleração está no incentivo à educação e à formação de mão de obra. A conclusão é do relatório Perspectivas Econômicas para a América Latina 2015, divulgado hoje (9) pelo Centro de Desenvolvimento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em parceria com a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) e o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF).

De acordo com as previsões do relatório, a economia da região crescerá entre 1% e 1,5% em 2014, bem menos do que em 2013 (2,5%) e 2012 (2,9%). Para os especialistas da OCDE, a desaceleração aponta uma década de baixo crescimento na América Latina, que precisa ser revertida por meio da “melhoria do padrão de educação, ampliação da formação de mão de obra e do incentivo à inovação”.
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O que sabemos sobre a cultura latino-americana?

O filme Diários de Motocicleta (2004), dirigido por Walter Salles, teve ótima repercussão no Brasil e no exterior, tanto da crítica como do público, à época do lançamento. Aqui, o filme alcançou 750 mil espectadores, ótima bilheteria, e uma imensa cifra de DVDs, já que foi visto e revisto, inclusive nas escolas. As qualidades do filme justificam reprisá-lo sempre. Muitos identificam o filme como nacional, mas poucos sabem que o roteirista José Rivera é um competente dramaturgo porto-riquenho. O título é uma coprodução muito bem sucedida, que reuniu Argentina, Brasil, Chile, Reino Unido, Peru, EUA, Alemanha e França.  Inspirado nos diários do jovem Ernesto (Che) Guevara, o filme nos leva a viajar com os protagonistas por várias regiões da América Latina.

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40% dos alunos concluem o ensino fundamental sem saber interpretar textos

Mesmo depois de passar nove anos na escola, 40% dos estudantes brasileiros não conseguem sequer identificar o assunto principal de um texto após sua leitura. E 37% deles também não são capazes de assimilar a ideia de porcentagem em um problema de matemática. É o que revelam os dados preliminares da Prova Brasil 2013, tabulados pelo Instituto Ayrton Senna e divulgados na última quinta-feira.

“Os resultados da avaliação mostram que o problema da educação é cumulativo: o aluno começa no ensino fundamental com o baixo desempenho e segue nesse nível para o ensino médio. Se ele não consegue interpretar um texto simples quando chega ao 9º ano, não saberá resolver um problema de física ou compreender uma questão de filosofia quando estiver no ensino médio, perpetuando um ciclo de baixa aprendizagem”, explica Mozart Neves Ramos, diretor do Instituto Ayrton Senna.
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Calendário de Capacitação/Janeiro

A programação completa de capacitação para o mês de janeiro/2015 já está disponível. Você pode baixar o arquivo (PDF) na aba “Capacitação” do blog NotaMáxima ou no endereço http://www.notamaxima.net.br/site/capacitacao

Artista usa ‘desenhos imperfeitos’ para pregar tolerância nas escolas

A artiArtista-plastica-carla-douglasssta plástica paulista Carla Douglass, 31, usa seus personagens “imperfeitos” – olhos desproporcionais, pescoços compridos e formas assimétricas – para pregar a tolerância em escolas e instituições públicas e privadas.

O projeto, diz, usa linguagens artísticas para desconstruir o conceito de “perfeição”, através de oficinas em escolas públicas e privadas que abordam conceitos como diversidade, aceitação e empatia.

As crianças são convidadas a desenhar um mundo “mágico” que considerem ideal, mas onde imperfeições sejam exaltadas. “Pedimos que elas não usem a borracha e transformem os ‘erros’ do desenho em outras coisas que não as que tinham pensado inicialmente”, diz a artista.

No ano passado, cerca de 1,2 mil crianças de escolas, ONGs e comunidades carentes participaram do projeto, que obteve dinheiro de financiamento coletivo, patrocínios e agora quer captar fundos via Lei Rouanet. (UOL Educação)

iPad ajuda vocabulário e incentiva leitura de crianças com menos de 5 anos, diz estudo

Meninos estão mais propensos a usar tecnologia do que as meninas

Uma pesquisa publicada pelo jornal Daily Mail concluiu que dar um  iPads para meninos pode incentivá-los a ler e a desenvolver um vocabulário mais avançado precocemente .

A tecnologia touch-screen pode ser usada como uma forma de envolver os meninos e as crianças de famílias mais pobres, que tradicionalmente tem desempenho em leitura nos primeiros anos de vida.

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40% dos estudantes de ensino superior usam ProUni ou Fies

Ao participar, nesta terça (2), de evento com mantenedores de entidades privadas de educação superior, o ministro da Educação, Henrique Paim, disse que cerca de 40% dos estudantes matriculados no ensino superior privado usam o Programa Universidade para Todos (ProUni) ou o Financiamento Estudantil (Fies).

“São estudantes que têm perfil de baixa renda. Temos um bom desempenho desses estudantes. No ProUni, muitas vezes o desempenho supera o de quem não é cotista do programa. No Fies, temos o desafio de melhorar esse desempenho e fazer com que as pessoas tenham um desempenho também nessa direção”, disse o ministro.

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Internetês

Com a Internet, vieram novas palavras e expressões, em configuração de comandos ou aplicações, muitas sem apropriado significado em nossa língua. Notamos também que a grande multiplicidade dos softwares disponíveis no país é em inglês. Percebemos, então, como as palavras foram abreviadas até o ponto de se transformarem em uma única expressão, duas ou no máximo três letras (não=n, sim=s, de=d, que=q, também=tb, cadê=kd, tc=teclar, porque=pq, aqui=aki, acho=axo, qualquer=qq, mais ou mas=+). Além dessa “contenção”, houve também um desmoronamento da pontuação e da acentuação (é=eh, não=naum), nos enviando à fonética das palavras e não mais à etimologia.

Nessa nova linguagem, também podemos constatar o derramamento de termos da informática, uma contenção de caracteres digitados e um descaso com as normas gramaticais da Língua Portuguesa. Quando surgiu, a linguagem peculiar dos jovens na internet, já começou a influência da escrita do adolescente internauta em sala de aula e a preocupação dos educadores.
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Participação da família é fundamental para garantir o desenvolvimento da criança

Nas últimas décadas, a família deixou de ser vista apenas como uma testemunha do desenvolvimento das crianças e passou a assumir um papel central nas políticas voltadas para meninos e meninas. Reconhecer que os estímulos recebidos na primeira infância impactam por toda a vida, que as crianças são capazes de se expressar, interagir e brincar – sendo agentes ativos do seu desenvolvimento – e, principalmente, que não aprendem somente quando estão na escola, foram alguns dos fatores que impulsionaram essa nova visão. Uma ruptura que se deu não apenas na academia, mas na forma como as políticas e programas governamentais encaram a participação de mães e pais na formação dos pequenos.

A doutora norte-americana em políticas sociais, Joan Lombardi, acredita que será cada vez mais comum a existência de ações em busca do desenvolvimento infantil focadas em estabelecer confiança e assegurar o bem-estar das famílias. “E, nesse caso, acertar não é ter pais envolvidos com os programas, mas tê-los envolvidos com seus filhos”, afirmou no último dia 13/11 para o público presente no IV Simpósio Internacional de Desenvolvimento da Primeira Infância, em São Paulo.
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Enciclopédia reúne conhecimento sobre a primeira infância

A Enciclopédia sobre o Desenvolvimento da Infância agora tem uma versão em português. Lançada pela Fundação Maria Cecília Souto Vidigal e pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde, a plataforma online pretende promover o acesso e a difusão de conhecimentos importantes sobre o desenvolvimento das crianças pequenas.

Para tanto, torna público o material produzido por uma rede internacional de especialistas que coletam e comentam os conhecimentos científicos mais recentes sobre a primeira infância (período de vida que vai da gestação até os seis anos).

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ENTREVISTA – Evolução dos softwares de gestão educacional

rubens_monteiro180A Revista Educação, em sua edição especial sobre tecnologia publicada em novembro, fez uma reportagem sobre a evolução dos softwares de gestão na área de Educação. A reportagem “Ontem, hoje e amanhã”, pautada na perspectiva das tarefas de gestão realizadas pelos softwares nos últimos dez anos, contou com a entrevista do presidente do conselho da Gennera, Rubens Monteiro Júnior. Confira a entrevista:

Revista Educação – Quais as diferenças entre uma escola de hoje e a escola de uma década atrás neste aspecto?
Rubens Monteiro- Há 10 anos a maioria dos softwares de gestão realizavam suas tarefas dentro da própria instituição, isto é, tinham que ser instalados e operados internamente. As pessoas tinham que enfrentar filas na secretaria da escola para fazer matrícula ou solicitar e retirar documentos, por exemplo. Ainda hoje, há escolas que trabalham assim. Naquela época, a internet era insipiente: em 2001 éramos 2 milhões de internautas brasileiros, hoje somos mais de 85 milhões. O volume de vendas através do e-commerce saiu de R$ 540 milhões em 2001, para mais de R$ 20 bilhões em 2012. Atualmente, as tarefas de gestão executadas pelos softwares estão mais alinhadas com as expectativas das pessoas, ou seja, podem ser realizadas à distância, através da internet. Portanto, a principal diferença está nos softwares que adotaram as facilidades da internet.

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Cartilha detalha caminhos para garantir o acesso à educação de pessoas com deficiência

O que diz a lei brasileira sobre inclusão de pessoas com deficiência na educação pública? E na particular? A escola pode dizer que não há vagas ou que não está preparada? O que você, como mãe ou pai, pode fazer para assegurar que seu filho ou filha tenha acesso garantido à educação?

A cartilha “Escola para Todos, Educação Inclusiva: O Que os Pais Precisam Saber?”, lançada no dia 17/11, pelo Movimento Down, uma iniciativa do Observatório de Favelas traz, de forma didática, as respostas para essas e outras perguntas.

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Escola tem de mudar para reduzir desigualdades sociais, indica Unesco

“Se a escola não mudar, vamos colaborar para o aumento das desigualdades sociais”, afirmou Francesc Pedró, chefe da Divisão de Políticas Educacionais da Unesco, durante a apresentação do estudo “Tecnologias para a Transformação da Educação” em São Paulo na terça-feira (25).

O estudo, que reúne estratégias para o uso da tecnologia, aponta a qualidade da educação com equidade como o desafio dos países da América Latina para os próximos anos.

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O futuro da escola está no “contraturno”

Em entrevista do programa Roda Viva, da TV Cultura, ainda nos anos 90, o escritor norueguês Jostein Gaarder respondeu da seguinte maneira à pergunta se ele não se interessava por temas do ocultismo ou discos voadores, ao invés da trivialidade do cotidiano em suas obras: “Isso me parece ser obrigado a atravessar um rio para buscar água do outro lado”.

Uma educação baseada em projetos, sem disciplinas estanques, estimuladora do empreendedorismo e autonomia do estudante e desenvolvedora de habilidades e competências para este século existe neste momento – não é uma promessa de futuro.  E mora no chamado “contraturno” de escolas que realizam iniciativas interessantes, alguns em parcerias com universidades. Mas gestores do ensino parecem cegos de tanto enxergá-las.

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A grafologia infantil

O que é grafologia? Para começar, a grafologia é a ciência que estuda as relações da escrita e a psicologia das pessoas, para fins distintos. Durante a infância, pode-se utilizar a grafologia para estudar a personalidade e o caráter das crianças, e conhecer algo mais dos seus pensamentos e sentimentos.

Segundo os grafólogos, tanto a conduta, como as emoções, ações, pensamentos, atitudes, tipo de relações, assim como os sentimentos e o nível de inteligência das crianças, podem estar refletidos na sua escrita. Uma análise grafológica permite medir e classificar os sinais da escrita, permitindo uma interpretação psicológica do caráter das crianças, assim como os desenhos infantis.
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Esqueça o andador; veja como estimular seu filho a andar sem ele

A maioria dos bebês começa a andar com por volta de um ano, mas alguns só conseguem dar esse grande passo do desenvolvimento infantil entre 15 e 18 meses, sem que isso seja motivo de preocupação.

Cada bebê tem seu ritmo e não há sentido nenhum em fazer comparações com outras crianças ou com o irmão que andou mais rápido. Antes de ficar de pé, a maioria engatinha, o que acontece por volta do sétimo ou oitavo mês de vida. Outros simplesmente pulam essa etapa e acham divertidíssimo se equilibrar nos móveis em busca de apoio.

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Tipos de desenhos segundo a idade da criança

O desenho não se ensina, sai de dentro da criança. Pode-se estimular um bebê de um ano e meio, por exemplo, deixando-o ter contato com algum lápis. Convém utilizar os de cera que tem a ponta arredondada e são mais gordinhos. Nessa idade, muitas crianças já poderão segurar um lápis e fazer seus primeiros rabiscos.

A orientação sim, é importante nesta etapa, nem que seja para não deixar a criança pintar as paredes, portas, chão, etc., nem tentar colocar o lápis na boca. Se puder, compre uma mesinha adequada à sua altura para que possa desenhar mais tranquilamente. No princípio, ela fará traços desordenados, irregulares, e sem nenhum tipo de controle. Os rabiscos parecerão sem sentido, mas funcionam como uma grande manifestação de prazer e diversão para a criança.

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YouTube Educação fomenta produção de vídeo-aulas

O YouTube montou um estúdio móvel que oferece oficinas para ensinar professores a gravar e editar conteúdo educativo para a internet. Em um caminhão, a empresa colocou a infraestrutura necessária para produção, com cenário e iluminação próprios, e uma sala com recursos necessários para edição do material.

A iniciativa faz parte do programa YouTube Educação, que visa disponibilizar material escolar de qualidade na rede que possa ser usado por alunos e educadores. Nesta etapa, a empresa pretende capacitar professores a produzir vídeos. O estúdio móvel passará por 11 cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Atualmente, a divisão possui vídeo-aulas com foco em disciplinas do Ensino Fundamental e Médio, como Biologia, Física, Geografia, Matemática e Português. Já são 97 canais com milhares de visualizações mensais. A plataforma é aberta e qualquer um pode participar.

O site de compartilhamento de vídeos é criterioso e só chega ao YouTube Educação o vídeo que passa pelo crivo da equipe interna, que faz a curadoria de material com base no áudio, conteúdo e na inteligibilidade do vídeo. (Portal Comunique-se)

Computador está fora da sala de aula na maioria das escolas públicas

A maioria das escolas públicas do país (99%) tem computador e acesso à internet (95%), mas a tecnologia ainda não está na sala de aula. Os dados são da pesquisa TIC Educação lançada na noite do último dia 10 pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI) por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic).

Segundo a pesquisa, feita em 1.125 escolas em áreas urbanas e que ouviu estudantes, professores e diretores, em apenas 6% dos estabelecimentos os computadores estão instalados nas salas de aula e 85% nos laboratórios de informática. “O que é um negócio ainda meio esquisito, que é separado da biblioteca. Então, você passa a ideia que livro é uma coisa e computador é outra. Tudo fora de lugar”, disse o assessor da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (Unesco), Guilherme Canela.
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