Exposição Futebol na Ponta da Língua ajuda visitante a aprimorar o português

Narrações de jogos, músicas e trechos de obras literárias que citam o esporte fazem parte do acervo da exibição interativa

A derrota do Brasil nas semi-finais e o fim da Copa do Mundo não serão suficientes para diminuir a paixão dos brasileiros pelo esporte mais popular do País. Assim, para aqueles que ainda respiram futebol – e de quebra, querem melhorar o português – uma alternativa é conferir a exposição Futebol na Ponta da Língua. A exibição, presente no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, fica em cartaz até o dia 7 de setembro. Às terças e sábados, a entrada no museu é gratuita.

Com ajuda de recursos interativos, o espaço convida o visitante a mergulhar no universo esportivo e conhecer mais sobre o vocabulário técnico do futebol, gírias, origem das palavras e a sua representação na literatura. O principal objetivo da exposição é relacionar a língua com o esporte mais amado do País.
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Professores apontam possíveis temas da Copa no vestibular

A Copa do Mundo de 2014 chega a reta final, mas os temas ligados ao campeonato realizado no Brasil devem ir além do domingo, 13. A avaliação é de professores de cursinhos que apostam que o mundial deve ser abordado nos vestibulares no fim do ano.

Além de questões históricas, como o uso político da vitória na Copa de 1970, comparação com a Copa de 1950 e os protestos, podem cair temas de geografia como fuso horário, as diferenças climáticas brasileiras, o fluxo de pessoas e as epidemias. Há ainda a possibilidade do tema ser abordado na redação.

O professor de história no Cursinho da Poli Fernando Rodrigues fez uma pesquisa nos vestibulares de universidades públicas e das principais instituições privadas de todo o País. No últimos 20 anos, segundo ele, foram 26 questões relacionadas a Copa, sendo que 13 se referiam ao uso político da vitória do Brasil na Copa do Mundo de 1970. Já o Enem (Exame Nacional do ensino médio), segundo a pesquisa, nunca abordou a Copa do Mundo.
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Solução de big data é um dos segredos da Alemanha na Copa

Equipe consegue analisar inúmeros dados de treinamentos e jogos, o que ajuda a melhorar o desempenho do time

Uma das favoritas para conquistar a Copa do Mundo desde o começo da competição, a Alemanha só fez aumentar suas chances depois de destruir o Brasil com sete gols.

Mas além de bons jogadores e de um técnico competente, a equipe germânica ainda tem o big data em seu arsenal para vencer adversários: com a ajuda de uma ferramenta da também alemã SAP, a equipe consegue analisar inúmeros dados de treinamentos e jogos, o que ajuda a melhorar o desempenho do time.

A solução é chamada de Match Insights, e foi desenvolvida pela empresa de TI em parceria com a Deutscher Fussball-Bund (DFB), a confederação alemã de futebol, depois de firmarem uma parceria ainda no ano passado.

“Ambos os lados colocaram ali o que sabiam, e o resultado foi ótimo”, declarou em vídeo Oliver Bierhoff, gerente da seleção da Alemanha. Por ora, ela está limitada à Alemanha, mas a ideia da companhia é lançá-la em maior escada depois da Copa.

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Confira dez documentários que podem ajudar nos estudos

1. A Educação Proibida, direção de Germán Doin:

Segundo o professor Luis Otávio Targa, do colégio Vértice, esse documentário mostra que a tendência do descaso com a educação não acontece só nos países emergentes. “O filme amplia a discussão sobre o que é ensinado em sala de aula, que tipo de conteúdo é passado aos alunos”, afirma. O filme é resultado de uma viagem de três anos pela América Latina.

2. Quebrando Tabu, direção de Fernando Grostein Andrade:

O documentário mostra como funciona o comércio e o trafico ilegal de drogas, de acordo com o professor Luis Otávio Targa, do colégio Vértice. Segundo Targa, o filme trata de um assunto atual, com abordagem educativa e bem didática. A legalização da maconha no Uruguai, por exemplo, pode ser uma aposta para questões de atualidades dos vestibulares.

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Calendário de Capacitação/Agosto

A programação completa de capacitação para o mês de agosto/2014 já está disponível. Você pode baixar o arquivo (PDF) na aba “Capacitação” do blog NotaMáxima ou no endereço http://www.notamaxima.net.br/site/capacitacao

Cineastas chamam a atenção para seleção de filmes e planejamento das aulas

Nova lei pretende levar o cinema brasileiro para todas as escolas. Agora, elas terão que exibir mensalmente pelo menos duas horas de filmes produzidos no Brasil. Para cineastas e especialistas, a exibição obrigatória vai ajudar a escoar a produção nacional, além de formar plateia. Será necessário, no entanto, cuidado na seleção dos filmes e no planejamento das aulas.

“Há pelo menos duas formas de o cinema entrar na sala de aula: uma, a mais danosa para a sociedade brasileira, quando entra como substituto do professor ou como simples dispositivo para compensar buraco na ausência do professor. A outra é o cinema como espécie de mediação para que os alunos comecem a entender o mundo. Aí está a grande potência, até mesmo política”, explica a professora e pesquisadora Ramayana Lira – integrante do Conselho Deliberativo da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual.
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Como ensinar seu filho a lidar com a frustração?

Aprender a superar as decepções é um exercício para que as crianças se tornem adultos com mais maturidade e menos medos

Perder no jogo, tirar notas baixas na escola, não ter o brinquedo que quer. Sentir-se frustrado não é exclusividade dos adultos: a decepção faz parte da vida das crianças e tem papel importante no desenvolvimento delas. Embora nenhum pai queira ver seu filho triste ou sofrendo, é preciso ter em mente que ele vai passar por essas situações em diversos momentos da vida e que elas serão importantes para que a criança amadureça e se torne mais forte.

Aos pais, caberá estar ao lado dos filhos nessas horas, para prestar consolo e dar orientação. “Quem aprende a superar as frustrações na infância se torna um adulto que enfrenta desafios com menos receios e medos”, diz Itamara Teixeira Barra, psicopedagoga e coordenadora do Ensino Fundamental I do Colégio Nossa Senhora do Morumbi.

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Toda criança tem seu ritmo, mas como perceber atrasos?

Muito repetida por aí, a frase “cada criança tem seu ritmo” é verdade, mas não pode ser aplicada, indistintamente, a todas as situações que envolvem o desenvolvimento infantil. Atraso em ações como sentar, andar, falar, ler, interagir pode ser indicativo de problemas que pedem intervenção precoce para não afetar a vida da criança no futuro.

Segundo Francisco Lembo, pediatra do Hospital Samaritano de São Paulo, o ritmo de desenvolvimento da criança é individual, mas obedece a algumas regras gerais compatíveis com os níveis de maturação e integridade do sistema nervoso central em cada período. Exemplificando de modo prático: a criança sustenta primeiro a cabeça, depois o tronco, em seguida a pelve, as coxas, as pernas e, por último, os pés. Por essa lógica, o ideal é sentar aos seis meses, engatinhar aos nove e andar aos 13.
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10 conselhos para estimular crianças com autismo

Como bem sabemos cada ser humano é único. Por isso desde o nascimento, por mais que pareçamos com nossos pais, temos nosso próprio selo de identidade na hora de fazer as coisas, de nos comunicarmos, de nos divertirmos ou de nos relacionarmos.

Devemos pensar que, não há choros iguais de bebês iguais, tão pouco o desenvolvimento é mesmo para todas as crianças. Por isso, a estimulação na infância deve ser personalizada para crianças com transtornos como o autismo, asperger, etc.

Como estimular uma criança autista

Quem, em algum momento da vida, preferiu brincar sozinho ao invés de compartilhar sua boneca ou seu carrinho? Isso é uma ação de introversão que quando se generaliza, afeta as relações sociais e de comunicação. Pode ser um grande passo para um espectro autista.
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Quase 90% dos professores brasileiros se sentem desvalorizados, diz estudo

Quase 90% dos professores brasileiros acreditam que a profissão não é valorizada na sociedade. Mesmo assim, a maioria está satisfeita com o emprego. O resultado foi apresentado em junho pela Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Talis) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que ouviu 100 mil professores e diretores escolares em 34 países.

De acordo com o levantamento, somente 12,6% dos professores brasileiros consideram-se valorizados. A proporção está abaixo da média internacional, de 30,9%. No entanto, 87% dos professores brasileiros consideram-se realizados no emprego, próximo da média global de 91,1%.
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Relatório aponta novo papel do professor como tendência

Estudo do NMC mostra as tecnologias emergentes e o que vai se ver na educação básica nos próximos 5 anos

As novas tecnologias e abordagens pedagógicas estão transformando o papel do professor em sala de aula. Cada vez mais ele passa a ser um mentor, um guia para o aprendizado dos alunos. O mais recente relatório do NMC (New Media Consortium), que traz seis tendências e seis tecnologias que devem se difundir na educação básica até 2019, aponta essa mudança na atuação docente como algo que deve acontecer entre um a dois anos a partir de agora.

A justificativa do relatório para que o professor mude sua forma de atuação em tão pouco tempo vem do crescente acesso à internet por parte dos alunos. Com mais informação à disposição, os educadores deixam de ser a primeira fonte de conhecimento e se tornam ainda mais imprescindíveis no papel de orientação e mediação. Eles passam a ter que ensinar os estudantes a aprender ao longo da vida, a relacionar conteúdos pedagógicos com o mundo real e os instiga a aprofundar suas pesquisas para além da internet.

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Em palestra, jovem explica sua aprendizagem baseada no Hackschooling

É com a pergunta (um tanto irritante, como ele classifica) e comumente direcionada ao universo infantil que Logan La Plante, um menino de 13 anos, começa sua palestra no TEDx em Nevada, EUA: “O que você quer ser quando crescer?”. Longe de ter a resposta esperada pela maioria dos adultos, que geralmente aponta para um caminho profissional, Logan diz que quer ser feliz, exatamente como é hoje.

Confira a palestra na íntegra:

Para o garoto, poucos se importam com os desejos das crianças que, na maioria das vezes, estão diretamente ligados às boas experiências que vivenciaram. Em determinado momento de sua palestra, Logan questiona os motivos pelos quais a educação não considera estudos e práticas sobre as pessoas serem felizes e saudáveis, sendo estes assuntos, quando abordados, tratados de maneira isolada nas instituições escolares.
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Lei obriga escolas a exibirem filmes nacionais mensalmente

As escolas de todo o país são obrigadas a exibir filmes de produção nacional, no mínimo, duas horas por mês. A medida foi publicada no dia 27 de junho no Diário Oficial da União.

Assinada pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.

A Lei 9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação do país, já prevê, entre outros pontos que a música deverá ser conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do componente curricular, assim como o ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais. A lei ainda estabelece como obrigatório, o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena. (Ivan Richard | Agência Brasil)

MEC publica portaria que estende Fies à pós-graduação

A portaria que estende o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) a cursos de mestrado, mestrado profissional, doutorado e educação profissional técnica de nível médio está publicada na edição de ontem (2) do Diário Oficial da União. Antes, o financiamento era direcionado apenas à graduação.

A medida foi anunciada em 1 de julho pelo ministro da Educação, Henrique Paim. Ele informou que a demanda principal vem de alunos de curso de mestrado. A adesão ao sistema será aberta primeiro para as instituições privadas e, depois, para os estudantes. Em seguida, a inscrição manterá fluxo contínuo. Para participar do Fies, a instituição precisa ter cursos bem avaliados pelo MEC.

O Fies da pós-graduação não atenderá a cursos de especialização, os chamados lato sensu, nem cursos de ensino a distância. Alunos já contemplados com bolsas de estudo pelo Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições de Ensino Particulares (Prosup) também não poderão solicitar o financiamento. (Agência Brasil)

Tudo o que você precisa saber sobre anotações nas aulas

Não é raro encontrarmos estudantes que não fazem anotações na sala de aula porque acreditam que essa técnica não auxilia os estudos em casa. Anotações mal feitas se tornam inúteis para quem precisa estudar posteriormente, por isso, é importante que você fique atento ao que deve ser anotado.

Para discernir quais seriam as anotações boas das ruins é necessário fazer duas perguntas a si mesmo: se isso é realmente relevante e se esse fato é novo para você. Se a resposta for sim para pelo menos uma dessas perguntas, essa anotação será boa para os seus estudos e, por isso, deve ser feita em seu caderno.
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Recurso digital transforma aluno em autor

O que é preciso para transformar crianças em verdadeiros autores? O projeto “E se eu fosse o autor”,  desenvolvido pela ONG Casa da Árvore, aposta na imaginação e tecnologia para ampliar o interesse pelo universo da literatura entre os alunos das escolas da rede municipal de Senador Canedo, na região metropolitana de Goiânia (GO). A partir da leitura de uma obra, os estudantes são estimulados a criarem suas próprias histórias com o uso de recursos digitais.

“Nós tentamos aproximar a leitura das novas tecnologias para construir processos mais participativos de aprendizado”, explicou o educador Aluísio Cavalcante, coordenador geral do projeto. Segundo ele, ao oferecer a oportunidade dos estudantes criarem suas próprias histórias, é possível fazer com que eles se apropriem das obras e aprofundem os seus conhecimentos.
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Ato de ler

“A leitura do mundo precede a leitura da palavra”, afirmou Paulo Freire na obra intitulada A Importância do Ato de Ler (1988). Com essa afirmação, Freire revela que o mundo que se movimenta para o sujeito em seu contexto pode ser diferente do mundo da escolarização. Dessa forma, a leitura das palavras na escolarização, ou de sua escrita, de nada implicaria na leitura da realidade.

Freire se preocupava com os “textos”, as “palavras” e as “letras” daquele contexto em que a percepção era experimentada pelo aluno. E notou que quanto mais “codificava” a leitura dessa realidade, mais aumentava a capacidade do indivíduo de perceber e aprender. O que resultava em uma série de coisas, de objetos, de sinais, cuja compreensão acontecia por meio da relação com o concreto e com os pares.
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O que é educação de qualidade?

Qualidade, associada à educação, é entendida e trabalhada de muitas maneiras. A maior parte da população opina (muitas vezes induzida pelo governo, empresa privada ou por opiniões alheias) desconhecendo a abundante pesquisa e os acalorados debates sérios que acontecem há várias décadas na América Latina e no mundo.

As famílias e os políticos tendem a se ater ao que está logo à vista: a infraestrutura. Assumem – equivocadamente – que se o prédio é moderno, a educação no seu interior é boa. E, ao contrário: se o lugar é precário ou a educação se faz ao ar livre, presumem – erroneamente – que a educação é má.
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Pesquisa inédita revela o perfil do Ensino à Distância no país

Uma pesquisa inédita encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ao Ibope mostra a realidade do Ensino à Distância (EaD) no Brasil. Hoje, 79% dos brasileiros com mais de 16 anos acreditam que este formato é uma solução para levar educação a mais pessoas. No entanto, apenas 6% dos entrevistados disseram já ter feito um curso nessa modalidade. Os dados dão uma noção diferente do aumento de matrículas em graduações à distância: de 5 mil em 2001, o número saltou para mais de 1 milhão em 2011, baseados no Censo da Educação Superior, do Ministério da Educação.

O levantamento traz dados emblemáticos, como o que revela que pessoas com ensino superior completo são as que mais fizeram cursos a distância (17%), contra 6% entre as com nível médio e 2% com o fundamental. A percepção da eficácia do EaD cresce de acordo com o grau de escolaridade. No grupo dos entrevistados que têm até a 4ª série, 30% consideram que a modalidade funciona na prática. Já entre os formados no ensino superior, 52% dizem o mesmo.

A especialista em educação Paula Martini, do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), diz que a pesquisa aponta caminhos para que os 6% que já fizeram cursos à distância se aproximem mais dos 79% que acreditam na metodologia.

— A oportunidade de frequentar cursos EaD é a solução para que as pessoas percam o medo e o receio sobre a eficácia de cursos não presenciais. Temos que abrir oportunidades para consertar esse gargalo — acredita. (Lauro Neto | Portal O Globo)

Novas diretrizes curriculares de medicina entram em vigor

As novas diretrizes curriculares nacionais dos cursos de medicina entram em vigor nesta segunda-feira, 23, com a publicação da Resolução 3/2014 no Diário Oficial da União. As escolas de medicina terão até dezembro de 2018 para implementar as mudanças. No entanto, nas turmas abertas a partir desta segunda, o novo currículo terá um ano para ser implementado.

Entre as principais mudanças está o estágio obrigatório no Sistema Único de Saúde (SUS), na atenção básica e no serviço de urgência e emergência. Pela resolução, o internato deve ter a duração mínima de dois anos, com 30% da carga horária cumprida no SUS.

Além disso, os estudantes serão avaliados pelo governo a cada dois anos. A avaliação será obrigatória e o resultado será contado como parte do processo de classificação para os exames dos programas de residência médica. A prova será elaborada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), responsável por avaliações como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O Inep tem dois anos para começar a aplicar a avaliação.

As diretrizes curriculares para cursos de medicina vigentes até agora eram de 2001. A reformulação estava prevista desde o lançamento do Programa Mais Médicos. Pela nova resolução, o curso de graduação de medicina continuará com seis anos de duração. Durante a discussão do programa cogitou-se a ampliação para oito anos.

A expectativa é que 11.447 vagas em cursos de medicina sejam abertas até 2017 — 3.615 em universidades federais e 7.832 em instituições particulares. Na residência, deverão ser ofertadas 12.372 novas vagas no mesmo período. (Portal Gaz)