Formar bons professores implica entender a complexidade da unidade escolar

No Brasil, a discussão acerca da formação dos docentes fica sempre voltada a um método conteudista, onde o melhor professor seria aquele capaz de fazer com que seus estudantes consigam atingir altos índices em testes de conteúdo acumulado. A aprovação do PNE (Plano Nacional de Educação) traz, ainda, o perigo de institucionalizarmos o modo como avaliamos o trabalho dos professores. Apesar de campanha de entidades do setor, a estratégia 7.36 da meta 7 do PNE não foi vetada pela presidenta. Essa diz:

“estabelecer políticas de estímulo às escolas que melhorarem o desempenho no Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica], de modo a valorizar o mérito do corpo docente, da direção e da comunidade escolar”.

Com isso, existe a possibilidade de aplicar métodos de gestão de pessoal arcaicos no setor de educação, ao tentar vincular o crescimento das notas no Ideb com salário ou algum tipo de bonificação. A estratégia, que à primeira vista aparenta ser uma boa ideia, pode não ter efeito algum, ou até efeito contrário. Isso porque ao lidar com ensino-aprendizagem em um ambiente complexo como a escola, não se pode fazer uma conta simples de: um bom professor ensinando = um aluno aprendendo. Existem fatores demais para que o processo de aprendizagem se dê de forma adequada.

Faço este apontamento para questionar, então, o que seria um professor capacitado. Existe uma série de programas que tentam melhorar ou aprimorar a formação de nossos professores, os quais muitas vezes mal saem da universidade e já são estimulados a entrar em programas de qualificação.

Fica a dúvida, então, de como as redes de ensino, sobretudo as públicas, contratam e gastam seus recursos com qualificação docente. Muitas vezes são dados programas conteudistas aos professores e se esquece de outras condições de trabalho que podem influir muito mais do que o educador saber os pormenores de como prender a atenção de 30 a 50 estudantes.

Dar condições de trabalho adequadas é um mínimo para qualquer profissional, e não é diferente com um professor. E no caso desse, condições adequadas são mais que lousa e giz. É preciso pensar espaços e horários de planejamento adequados, uma infraestrutura que possibilite a ele montar o material didático adequado, etc.

Ter em mente que a unidade escolar é um ambiente complexo já é um primeiro passo para não cairmos na armadilha de soluções que parecem milagrosas. Deve-se considerar que dentro da unidade escolar se encontram estudantes, professores e apoio escolar, os quais fazem parte da sociedade e trazem consigo seus anseios e esperanças. Suas relações, histórias de vida e local onde se encontram não se anulam ao entrar na escola, e muito menos por algum decreto exigindo maior absorção de conteúdo.

Pensar a profissão docente e a formação desses exige respeito ao ambiente onde ele irá exercer sua profissão, e somente com isso em mente poderemos então começar a melhorar uma das pontas fundamentais no setor educacional. (Gesley Fernandes | UOL)

Febre, quedas, dor de barriga: saiba agir diante de dez problemas infantis

Nem sempre que as crianças reclamam de dor ou sofrem algum mal-estar, como febre e diarreia, é necessário ir ao hospital ou consultório do pediatra. Os especialistas recomendam que os pais busquem investigar a origem do quadro, observem a evolução dos sintomas e tomem medidas simples, porém eficazes, para ajudar os filhos melhorarem.

1. Queda:
Para minimizar o trauma decorrente do tombo, faça imediatamente compressas de gelo no local, inclusive se aparecer um galo na cabeça. Resista à tentação de esfregar a área com as mãos, pois aquecer a pele pode fazer com que o hematoma aumente. Se o local da batida for a cabeça, observe se depois do ocorrido seu filho não adormece fora do horário de costume. Se isso acontecer, monitore o sono: ele deve acordar facilmente quando alguém chamá-lo. No caso de tombos que tenham atingido braços e membros inferiores, se eles apresentarem inchaço, pode ser sinal de fratura, o que torna necessária uma ida ao pronto-socorro.

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Desenho infantil

O desenho é uma das formas de expressão da criança

O desenho é uma representação gráfica de um objeto real ou de uma idéia abstrata. O desenho é uma das formas de expressão mais antigas da humanidade. Utiliza-se o desenho como uma forma de comunicação desde a pré-história, quando os primeiros homens, através de pequenas figuras desenhadas nas rochas e nas paredes das cavernas, manifestavam suas idéias e pensamentos entre si.

A princípio usavam os desenhos para comunicar-se, expressar opiniões, já que todo o mundo era praticamente iletrado. Os desenhos funcionavam como escrita. Com o tempo, o desenho foi ganhando novas formas, novos traços, e foi-se aperfeiçoando até a realidade atual. O desenho é, portanto, uma representação gráfica de um objeto real ou de uma idéia abstrata.
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Acervo de canções indígenas da Amazônia chega na internet

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Equipe registra dança e música de comunidade indígena de Roraima.

A diversidade musical das comunidades indígenas do norte do Amazonas e do Estado de Roraima foi reunida em uma inédita e rica coletânea. São quase quatro horas de 80 faixas musicais de grupos indígenas das etnias baniwa, wapichana, macuxi e tauepang, resultado do projeto intitulado “A Música das Cachoeiras” do grupo Cauxi Produtora Cultural. O nome é uma referência às correntezas da bacia do Alto rio Negro. O coordenador Agenor Vasconcelo define o projeto como um “registro etnográfico audiovisual”, no qual o principal foco é a música.

O lançamento aconteceu em Manaus no dia 6 de dezembro de 2013, na Estação Cultural Arte e Fato. A partir desta data o conteúdo completo ficou disponível para download pelos endereços www.musicadascachoeiras.com.br, facebook.com/musicadascachoeiras e soundcloud.com/musicadascachoeiras.

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150 anos depois: as belas ilustrações de “Alice no País das Maravilhas”

“Alice’s Adventures Under Ground”, a versão original do livro que fez Lewis Carroll famoso, foi apresentada em 1864 à menina que inspirou a obra. Desde então já se passaram mais de 150 anos e a história da garota que desce por um buraco na terra atrás de um coelho branco ainda é contada por aí através de livros reeditados, filmes, séries na televisão… Apesar das aparências, “Alice no País das Maravilhas” não se resume a um conto infantil e mostra diversos aspectos históricos da época em que foi escrito.

A inspiração para a história surgiu quando o reverendo e escritor Charles Lutwidge Dodgson saiu para um passeio de barco com três crianças, em 1862. Uma delas era Alice Pleasance Liddell, com 10 anos na época. Durante o trajeto, ele começou a contar uma história sobre uma menina chamada Alice que viajava a um mundo fantástico após cair numa toca de um coelho. A menina gostou tanto da história que pediu a Dodgson para escrevê-la.

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Exposição Futebol na Ponta da Língua ajuda visitante a aprimorar o português

Narrações de jogos, músicas e trechos de obras literárias que citam o esporte fazem parte do acervo da exibição interativa

A derrota do Brasil nas semi-finais e o fim da Copa do Mundo não serão suficientes para diminuir a paixão dos brasileiros pelo esporte mais popular do País. Assim, para aqueles que ainda respiram futebol – e de quebra, querem melhorar o português – uma alternativa é conferir a exposição Futebol na Ponta da Língua. A exibição, presente no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, fica em cartaz até o dia 7 de setembro. Às terças e sábados, a entrada no museu é gratuita.

Com ajuda de recursos interativos, o espaço convida o visitante a mergulhar no universo esportivo e conhecer mais sobre o vocabulário técnico do futebol, gírias, origem das palavras e a sua representação na literatura. O principal objetivo da exposição é relacionar a língua com o esporte mais amado do País.
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Professores apontam possíveis temas da Copa no vestibular

A Copa do Mundo de 2014 chega a reta final, mas os temas ligados ao campeonato realizado no Brasil devem ir além do domingo, 13. A avaliação é de professores de cursinhos que apostam que o mundial deve ser abordado nos vestibulares no fim do ano.

Além de questões históricas, como o uso político da vitória na Copa de 1970, comparação com a Copa de 1950 e os protestos, podem cair temas de geografia como fuso horário, as diferenças climáticas brasileiras, o fluxo de pessoas e as epidemias. Há ainda a possibilidade do tema ser abordado na redação.

O professor de história no Cursinho da Poli Fernando Rodrigues fez uma pesquisa nos vestibulares de universidades públicas e das principais instituições privadas de todo o País. No últimos 20 anos, segundo ele, foram 26 questões relacionadas a Copa, sendo que 13 se referiam ao uso político da vitória do Brasil na Copa do Mundo de 1970. Já o Enem (Exame Nacional do ensino médio), segundo a pesquisa, nunca abordou a Copa do Mundo.
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Solução de big data é um dos segredos da Alemanha na Copa

Equipe consegue analisar inúmeros dados de treinamentos e jogos, o que ajuda a melhorar o desempenho do time

Uma das favoritas para conquistar a Copa do Mundo desde o começo da competição, a Alemanha só fez aumentar suas chances depois de destruir o Brasil com sete gols.

Mas além de bons jogadores e de um técnico competente, a equipe germânica ainda tem o big data em seu arsenal para vencer adversários: com a ajuda de uma ferramenta da também alemã SAP, a equipe consegue analisar inúmeros dados de treinamentos e jogos, o que ajuda a melhorar o desempenho do time.

A solução é chamada de Match Insights, e foi desenvolvida pela empresa de TI em parceria com a Deutscher Fussball-Bund (DFB), a confederação alemã de futebol, depois de firmarem uma parceria ainda no ano passado.

“Ambos os lados colocaram ali o que sabiam, e o resultado foi ótimo”, declarou em vídeo Oliver Bierhoff, gerente da seleção da Alemanha. Por ora, ela está limitada à Alemanha, mas a ideia da companhia é lançá-la em maior escada depois da Copa.

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Confira dez documentários que podem ajudar nos estudos

1. A Educação Proibida, direção de Germán Doin:

Segundo o professor Luis Otávio Targa, do colégio Vértice, esse documentário mostra que a tendência do descaso com a educação não acontece só nos países emergentes. “O filme amplia a discussão sobre o que é ensinado em sala de aula, que tipo de conteúdo é passado aos alunos”, afirma. O filme é resultado de uma viagem de três anos pela América Latina.

2. Quebrando Tabu, direção de Fernando Grostein Andrade:

O documentário mostra como funciona o comércio e o trafico ilegal de drogas, de acordo com o professor Luis Otávio Targa, do colégio Vértice. Segundo Targa, o filme trata de um assunto atual, com abordagem educativa e bem didática. A legalização da maconha no Uruguai, por exemplo, pode ser uma aposta para questões de atualidades dos vestibulares.

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Calendário de Capacitação/Agosto

A programação completa de capacitação para o mês de agosto/2014 já está disponível. Você pode baixar o arquivo (PDF) na aba “Capacitação” do blog NotaMáxima ou no endereço http://www.notamaxima.net.br/site/capacitacao

Cineastas chamam a atenção para seleção de filmes e planejamento das aulas

Nova lei pretende levar o cinema brasileiro para todas as escolas. Agora, elas terão que exibir mensalmente pelo menos duas horas de filmes produzidos no Brasil. Para cineastas e especialistas, a exibição obrigatória vai ajudar a escoar a produção nacional, além de formar plateia. Será necessário, no entanto, cuidado na seleção dos filmes e no planejamento das aulas.

“Há pelo menos duas formas de o cinema entrar na sala de aula: uma, a mais danosa para a sociedade brasileira, quando entra como substituto do professor ou como simples dispositivo para compensar buraco na ausência do professor. A outra é o cinema como espécie de mediação para que os alunos comecem a entender o mundo. Aí está a grande potência, até mesmo política”, explica a professora e pesquisadora Ramayana Lira – integrante do Conselho Deliberativo da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual.
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Como ensinar seu filho a lidar com a frustração?

Aprender a superar as decepções é um exercício para que as crianças se tornem adultos com mais maturidade e menos medos

Perder no jogo, tirar notas baixas na escola, não ter o brinquedo que quer. Sentir-se frustrado não é exclusividade dos adultos: a decepção faz parte da vida das crianças e tem papel importante no desenvolvimento delas. Embora nenhum pai queira ver seu filho triste ou sofrendo, é preciso ter em mente que ele vai passar por essas situações em diversos momentos da vida e que elas serão importantes para que a criança amadureça e se torne mais forte.

Aos pais, caberá estar ao lado dos filhos nessas horas, para prestar consolo e dar orientação. “Quem aprende a superar as frustrações na infância se torna um adulto que enfrenta desafios com menos receios e medos”, diz Itamara Teixeira Barra, psicopedagoga e coordenadora do Ensino Fundamental I do Colégio Nossa Senhora do Morumbi.

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Toda criança tem seu ritmo, mas como perceber atrasos?

Muito repetida por aí, a frase “cada criança tem seu ritmo” é verdade, mas não pode ser aplicada, indistintamente, a todas as situações que envolvem o desenvolvimento infantil. Atraso em ações como sentar, andar, falar, ler, interagir pode ser indicativo de problemas que pedem intervenção precoce para não afetar a vida da criança no futuro.

Segundo Francisco Lembo, pediatra do Hospital Samaritano de São Paulo, o ritmo de desenvolvimento da criança é individual, mas obedece a algumas regras gerais compatíveis com os níveis de maturação e integridade do sistema nervoso central em cada período. Exemplificando de modo prático: a criança sustenta primeiro a cabeça, depois o tronco, em seguida a pelve, as coxas, as pernas e, por último, os pés. Por essa lógica, o ideal é sentar aos seis meses, engatinhar aos nove e andar aos 13.
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10 conselhos para estimular crianças com autismo

Como bem sabemos cada ser humano é único. Por isso desde o nascimento, por mais que pareçamos com nossos pais, temos nosso próprio selo de identidade na hora de fazer as coisas, de nos comunicarmos, de nos divertirmos ou de nos relacionarmos.

Devemos pensar que, não há choros iguais de bebês iguais, tão pouco o desenvolvimento é mesmo para todas as crianças. Por isso, a estimulação na infância deve ser personalizada para crianças com transtornos como o autismo, asperger, etc.

Como estimular uma criança autista

Quem, em algum momento da vida, preferiu brincar sozinho ao invés de compartilhar sua boneca ou seu carrinho? Isso é uma ação de introversão que quando se generaliza, afeta as relações sociais e de comunicação. Pode ser um grande passo para um espectro autista.
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Quase 90% dos professores brasileiros se sentem desvalorizados, diz estudo

Quase 90% dos professores brasileiros acreditam que a profissão não é valorizada na sociedade. Mesmo assim, a maioria está satisfeita com o emprego. O resultado foi apresentado em junho pela Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Talis) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que ouviu 100 mil professores e diretores escolares em 34 países.

De acordo com o levantamento, somente 12,6% dos professores brasileiros consideram-se valorizados. A proporção está abaixo da média internacional, de 30,9%. No entanto, 87% dos professores brasileiros consideram-se realizados no emprego, próximo da média global de 91,1%.
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Relatório aponta novo papel do professor como tendência

Estudo do NMC mostra as tecnologias emergentes e o que vai se ver na educação básica nos próximos 5 anos

As novas tecnologias e abordagens pedagógicas estão transformando o papel do professor em sala de aula. Cada vez mais ele passa a ser um mentor, um guia para o aprendizado dos alunos. O mais recente relatório do NMC (New Media Consortium), que traz seis tendências e seis tecnologias que devem se difundir na educação básica até 2019, aponta essa mudança na atuação docente como algo que deve acontecer entre um a dois anos a partir de agora.

A justificativa do relatório para que o professor mude sua forma de atuação em tão pouco tempo vem do crescente acesso à internet por parte dos alunos. Com mais informação à disposição, os educadores deixam de ser a primeira fonte de conhecimento e se tornam ainda mais imprescindíveis no papel de orientação e mediação. Eles passam a ter que ensinar os estudantes a aprender ao longo da vida, a relacionar conteúdos pedagógicos com o mundo real e os instiga a aprofundar suas pesquisas para além da internet.

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Em palestra, jovem explica sua aprendizagem baseada no Hackschooling

É com a pergunta (um tanto irritante, como ele classifica) e comumente direcionada ao universo infantil que Logan La Plante, um menino de 13 anos, começa sua palestra no TEDx em Nevada, EUA: “O que você quer ser quando crescer?”. Longe de ter a resposta esperada pela maioria dos adultos, que geralmente aponta para um caminho profissional, Logan diz que quer ser feliz, exatamente como é hoje.

Confira a palestra na íntegra:

Para o garoto, poucos se importam com os desejos das crianças que, na maioria das vezes, estão diretamente ligados às boas experiências que vivenciaram. Em determinado momento de sua palestra, Logan questiona os motivos pelos quais a educação não considera estudos e práticas sobre as pessoas serem felizes e saudáveis, sendo estes assuntos, quando abordados, tratados de maneira isolada nas instituições escolares.
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Lei obriga escolas a exibirem filmes nacionais mensalmente

As escolas de todo o país são obrigadas a exibir filmes de produção nacional, no mínimo, duas horas por mês. A medida foi publicada no dia 27 de junho no Diário Oficial da União.

Assinada pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.

A Lei 9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação do país, já prevê, entre outros pontos que a música deverá ser conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do componente curricular, assim como o ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais. A lei ainda estabelece como obrigatório, o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena. (Ivan Richard | Agência Brasil)

MEC publica portaria que estende Fies à pós-graduação

A portaria que estende o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) a cursos de mestrado, mestrado profissional, doutorado e educação profissional técnica de nível médio está publicada na edição de ontem (2) do Diário Oficial da União. Antes, o financiamento era direcionado apenas à graduação.

A medida foi anunciada em 1 de julho pelo ministro da Educação, Henrique Paim. Ele informou que a demanda principal vem de alunos de curso de mestrado. A adesão ao sistema será aberta primeiro para as instituições privadas e, depois, para os estudantes. Em seguida, a inscrição manterá fluxo contínuo. Para participar do Fies, a instituição precisa ter cursos bem avaliados pelo MEC.

O Fies da pós-graduação não atenderá a cursos de especialização, os chamados lato sensu, nem cursos de ensino a distância. Alunos já contemplados com bolsas de estudo pelo Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições de Ensino Particulares (Prosup) também não poderão solicitar o financiamento. (Agência Brasil)

Tudo o que você precisa saber sobre anotações nas aulas

Não é raro encontrarmos estudantes que não fazem anotações na sala de aula porque acreditam que essa técnica não auxilia os estudos em casa. Anotações mal feitas se tornam inúteis para quem precisa estudar posteriormente, por isso, é importante que você fique atento ao que deve ser anotado.

Para discernir quais seriam as anotações boas das ruins é necessário fazer duas perguntas a si mesmo: se isso é realmente relevante e se esse fato é novo para você. Se a resposta for sim para pelo menos uma dessas perguntas, essa anotação será boa para os seus estudos e, por isso, deve ser feita em seu caderno.
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