Calendário de Capacitação/Dezembro

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Calendário de Capacitação/Novembro

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Calendário de Capacitação/Outubro

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Calendário de Capacitação/Setembro

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6 dicas para retomar os estudos depois das férias

Com o fim das férias de inverno o vestibulando caminha para os meses decisivos rumo aos principais vestibulares e ao Enem. E, nesse momento, é comum surgir a dúvida: o que fazer para meus estudos se tornarem mais eficientes na reta final?

A seguir, veja 6 elementos que devem fundamentar sua preparação:

GARRA
Se o primeiro semestre foi difícil, cheio de altos e baixos, se aulas e horas de estudo foram perdidas, acalme-se, dá tempo de recuperar muita coisa ainda. Mas, para isso, é preciso garra para superar o desânimo e o cansaço. Se não conseguir melhorar, não tenha vergonha em conversar e procurar ajuda. Busque não faltar às aulas, ser pontual e se manter concentrado. Cada minuto é importante, toda aula tem algo novo.

DISCIPLINA
Depois das aulas – presenciais ou virtuais – é necessário estudo. Na aula se entende, estudando em casa se aprende. Estabeleça um cronograma de tarefas e cumpra-o. Para não se cansar muito, a cada 1h ou 2h no máximo, dê uma pequena pausa e mude de matéria. Intercalar exatas e humanas ao longo do dia também evita o estresse e confere maior dinamismo aos estudos.

FOCO
Definir a carreira e as faculdades que se deseja ingressar contribui para se preparar com maior objetividade. Leia o edital dos vestibulares e faça provas de anos anteriores para “pegar o jeito”. Pesquise sobre os assuntos que tem maior incidência e estude-os com maior intensidade. Não perca tempo com notas de rodapé e temas que pouco ou nunca caem. Evite a repetição de exercícios que são banais para você, tente se desafiar com questões mais abrangentes.

ESTRATÉGIA
Vestibular não é só conteúdo, é estratégia também. E para desenvolver um método eficaz de se realizar provas, é preciso praticar. Faça simulados. Conheça sua realidade como estudante, seus pontos fortes e fracos. A partir desse treino, defina a lógica que é mais eficiente para você. No dia do exame, execute-a. Não improvise.

REPERTÓRIO
Se mantenha antenado. Acompanhe os principais acontecimentos políticos no Brasil e no Mundo. Entenda o que se debate na economia. E tome um “banho” de cultura: cinema, teatro, exposições, espetáculos de música e dança. O repertório amplo te dará substância. E segurança na hora dos exames.

EQUILÍBRIO
Estudar como um louco é um grave erro. Depois de um mês, você não aguentará mais. Mantenha uma rotina equilibrada, com as devidas horas de descanso e lazer. Não se isole, o convívio com familiares e amigos ajuda demais a suportar a pressão.

(Daniel Perry | UOL Educação)

Calendário de Capacitação/Agosto

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Sua escola sabe interagir com a nova geração?

Qualidade se faz também por meio de tecnologia.

Ter ferramentas para os professores melhorarem a comunicação em sala de aula e gerirem as suas turmas faz toda a diferença e potencializará o processo ensino-aprendizagem.

O Diarion é o que há de mais moderno para integrar todos os tipos de comunicação com toda a experiência de mercado educacional da Gennera que você conhece.

Com o Diarion da Genenra você compartilha a interatividade – Uma revolução na comunicação em sala de aula:

  • Notas e Médias – Lance as notas e calcule as médias dos alunos
  • Frequência – Faça a chamada na tela do seu table ou celular
  • Conteúdo – Planeje bem as suas aulas e não deixe escapar nem um minuto
  • Indicadores – Acompanhe os indicadores de desempenho da turma e dos alunos
  • Calendário – Organize seus calendários de aulas de forma centralizada
  • Atividades – Gerencie as atividades complementares dos alunos
  • Grupos – Estimule a discussão dentro dos grupos
  • Alunos – Acesse informações a respeito de cada aluno

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ESPECIAL: Conhecimento prévio de Piaget – Conhecimento prévio não é sinônimo de pré-requisito

Um último ponto – fundamental – é desfazer a confusão entre conhecimento prévio e os chamados pré-requisitos. Apesar do uso corrente como sinônimos, no campo da Educação os dois termos não significam a mesma coisa. Enquanto conhecimento prévio diz respeito aos saberes que os alunos já possuem, os pré-requisitos constituem uma lista, muitas vezes arbitrária, de conteúdos e habilidades sem as quais, teoricamente, não seria possível avançar para o conteúdo seguinte. Há dois problemas com o uso de pré-requisitos. O primeiro é excluir do processo educativo alunos que não dominam determinado tema. O segundo é que, em muitos casos, os pré-requisitos determinados pelo professor são aleatórios e não têm relação com o processo de aprendizagem. Na alfabetização, por exemplo, pensava-se há até pouco tempo que conhecer todas as letras do alfabeto era um pré-requisito para começar a escrever. Hoje, as pesquisas psicogenéticas mostram que isso não é verdade, já que as letras do nome próprio funcionam como um primeiro referencial para as crianças arriscarem a escrita. “Trabalhar com conhecimento prévio, em vez de pré-requisitos, aprimora o ensino”, finaliza Regina. (Elisângela Fernandes | Nova Escola)

TA-ConhecimentoPrevio

Calendário de Capacitação/Julho

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ESPECIAL: Conhecimento prévio de Piaget – Sondagens de saberes: como fazê-las bem

Não resta dúvida de que a força conferida ao conhecimento prévio transformou as rotinas das salas de aula. Entretanto, ainda persistem alguns mal-entendidos relacionados ao tema. O mais básico deles é realizar a sondagem do que a turma sabe, mas não utilizar esse resultado no planejamento do trabalho diário. “De nada adianta coletar informações se elas não servirem como guia para orientar atividades, agrupamentos e intervenções”, defende Tania Beatriz Iwaszko Marques, docente da UFRGS.

Outro engano recorrente diz respeito à forma como as sondagens são conduzidas. Para muitos professores, diagnosticar conhecimentos prévios equivale a conversar com os alunos e ver o que eles sabem sobre o assunto. Essa raramente é a melhor estratégia. Digamos, por exemplo, que o objetivo de um docente de Educação Física é ensinar futebol. Dificilmente ele vai conhecer a condição prévia de cada criança a não ser que as coloque para jogar. “O caminho mais indicado para identificar os saberes dos estudantes é propor situações-problema, desafios que os obriguem a mobilizar o conhecimento que possuem para resolver determinada tarefa”, afirma Regina Scarpa, coordenadora pedagógica de NOVA ESCOLA.
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ESPECIAL: Conhecimento prévio de Piaget – O que cada um já sabe

Virou quase uma obrigação. Não há (ou pelo menos não deveria haver) professor que inicie a abordagem de um conteúdo sem antes identificar o que sua turma efetivamente conhece sobre o que será tratado. Apesar de corriqueira nos dias de hoje, a prática estava ausente da rotina escolar até o início do século passado. Foi Jean Piaget (1896-1980) quem primeiro chamou a atenção para a importância daquilo que, no atual jargão da área, convencionou chamar-se de conhecimento prévio.

As investigações do cientista suíço foram feitas sob a perspectiva do desenvolvimento intelectual. Para entender como a criança passa de um conhecimento mais simples a outro mais complexo, Piaget conduziu um trabalho que durou décadas no Instituto Jean-Jacques Rousseau e no Centro Internacional de Epistemologia Genética, ambos em Genebra, Suíça. Ao observar exaustivamente como os pequenos comparavam, classificavam, ordenavam e relacionavam diferentes objetos, ele compreendeu que a inteligência se desenvolve por um processo de sucessivas fases. Dependendo da qualidade das interações de cada sujeito com o meio, as estruturas mentais – condições prévias para o aprendizado, conforme descreve o suíço em sua obra – vão se tornando mais complexas até o fim da vida. Em cada fase do desenvolvimento, elas determinam os limites do que os indivíduos podem compreender.
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ESPECIAL: Esquemas de ação de Piaget – Entre os legados do conceito, a importância da infância

Um dos grandes legados da noção de esquemas de ação foi a compreensão da importância da primeira infância no desenvolvimento da inteligência. “O resultado disso é que há hoje em todo o mundo uma grande demanda por uma Educação Infantil de qualidade, que possibilite aos pequenos vivenciar, interagir, experimentar e, com isso, ampliar o desenvolvimento de suas possibilidades cognitivas”, lembra Adrian.

Isso não impediu que algumas nuances da ideia fossem mal interpretadas. O apego excessivo à faixa etária de cada período é um deles. “Muitos professores compreendem os estágios como uma forma congelada de classificação dos alunos, sem perceber que a indicação de idade é apenas uma aproximação e que as passagens de uma fase para outra dependem da qualidade das interações de cada um com o meio”, explica Agnela.
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ESPECIAL: Esquemas de ação de Piaget – A capacidade de simbolizar marca a passagem de período

Uma conquista mais significativa, porém, aparece quando a criança desenvolve a capacidade semiótica – ou seja, a habilidade de atribuir valor simbólico às coisas. Por exemplo, ouvir a palavra “cadeira” e ser capaz de imaginar um modelo sem precisar tê-lo diante dos olhos naquele momento. Essa capacidade – a de representação – indica, para Piaget, a entrada no período pré-operatório (de 3 a 7 anos), com o aparecimento dos primeiros esquemas de ação mentais – como a fala. “A linguagem é uma ação sofisticada. Com ela, é possível transformar o mundo sem recorrer aos objetos”, afirma Agnela.

No terceiro período, chamado de operatório-concreto (de 8 a 11 anos), a criança amplia a capacidade de agir (ou seja, operar) sobre o real (os objetos concretos). Já é capaz de relacionar, classificar, comparar objetos seguindo critérios lógicos e realizar as primeiras operações aritméticas e geométricas. “É possível trabalhar com grandes números, superando os limites impostos pela contagem com suporte físico”, diz Agnela.
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Calendário de Capacitação/Junho

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ESPECIAL: Esquemas de ação de Piaget – A inteligência em três tempos

O bebê explora, põe tudo na boca, descobre novos objetos. A menina brinca de casinha, o menino representa uma corrida com seus carrinhos de brinquedo. Um pouco mais tarde, ambos voltam a atenção às regras de conduta e moralidade. Já o adolescente, mais reflexivo, é capaz de construir argumentos para rebater os dos pais e planejar o próprio futuro. São formas diferentes de interagir com o mundo, que vão se tornando mais complexas à medida que o indivíduo cresce. Na obra de Jean Piaget (1896-1980), esses mecanismos recebem o nome de esquemas de ação e são considerados o motor do conhecimento.

Há inúmeras possibilidades de esquemas de ação (leia um resumo do conceito na última página). Mamar, sugar, puxar e prender são esquemas comuns no desenvolvimento da inteligência sensório-motora (em média, até 2 anos de idade). Imitar, representar e classificar é típico da inteligência pré-operatória (aproximadamente de 3 a 7 anos), assim como ordenar, relacionar e abstrair caracteriza o período operatório-concreto (de 8 a 11 anos). Já argumentar, deduzir e inferir aparece na estruturação da inteligência operatória formal (a partir dos 12 anos). É com base nesses esquemas que as pessoas constroem as estruturas mentais que possibilitam o aprendizado (leia um trecho de livro sobre o assunto no quadro da próxima página). “Inicialmente, isso se dá com a experiência empírica, concreta. Em seguida, conforme a criança vai se desenvolvendo, ela caminha em direção ao pensamento formal, abstrato”, explica Agnela da Silva Giusta, professora de Ensino de Ciências e Matemática da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG).
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Calendário de Capacitação/Maio

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ESPECIAL: Sujeito epistêmico de Piaget – Na Educação, a importância de testar hipóteses e soluções

Outra concepção diretamente derivada da obra de Jean Piaget é a noção de que, se todos têm as mesmas possibilidades de construir conhecimento, então todos podem aprender. A essa altura, uma questão parece inevitável: o que explica as diferenças de conhecimento – por vezes tão acentuadas – entre os indivíduos? Por que algumas pessoas chegam à idade adulta com um amplo domínio dos conteúdos científicos e outras não?

Para o grande pensador suíço, salvo nos casos de indivíduos com algum dano cerebral, a capacidade de aprender está diretamente relacionada às oportunidades de troca. A explicação para os distintos níveis de aprendizagem passa por aí: hoje sabe-se, por exemplo, que crianças que possuem contato com livros em casa chegam à escola com mais facilidade para se alfabetizar do que as que vivem em famílias que não têm o hábito da leitura. “Tais defasagens, porém, são transitórias. Se tiverem mais oportunidades, essas crianças podem perfeitamente superar as diferenças”, completa Zélia. (Elisângela Fernandes | Nova Escola)

TA-SujeitoEpistemico

ESPECIAL: Sujeito epistêmico de Piaget – A cada nova informação, uma constante reelaboração

A Filosofia não foi a única disciplina com a qual Piaget dialogou. Da Biologia, o pesquisador considerou as ideias evolutivas do naturalista francês Jean-Baptiste de Lamarck (1744-1829). Da Psicologia, continuou os estudos pioneiros de seu mestre, o suíço Édouard Claparède (1873-1940), sobre o pensamento infantil. Armado com o conhecimento dessas três áreas (e de décadas de observação e entrevistas com crianças), o pensador suíço terminou por se contrapor a vários pontos da filosofia de Kant, argumentando que as estruturas cognitivas não nascem com o indivíduo. À exceção da habilidade de construir relações (para Piaget, essa é a única característica pré-formada no ser humano), as demais são construídas e reelaboradas ao longo do tempo. Cada nova informação atualiza não só o que se aprende mas também as formas por meio das quais se aprende.
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ESPECIAL: Sujeito epistêmico de Piaget – O desenvolvimento da inteligência

TA-PiagetMesmo sem ser pedagogo, o cientista suíço Jean Piaget (1896-1980) foi um dos pensadores mais influentes da Educação. Sua atualidade e repercussão na sala de aula devem-se, principalmente, ao incessante trabalho em compreender como se desenvolve a inteligência humana. Entre estudos e pesquisas, que renderam mais de 20 mil páginas, um conceito perpassa toda a sua obra: a ideia do sujeito epistêmico. Segundo Piaget, esse “sujeito” expressa aspectos presentes em todas as pessoas. Suas características conferem a todos nós a possibilidade de construir conhecimento, desde o aprendizado das primeiras letras na alfabetização até a estruturação das mais sofisticadas teorias científicas.

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ESPECIAL: Teorias de aprendizagem – Construtivismo, a tentativa de caminho do meio

Com inatismo e empirismo apontando para lados opostos (“O saber está no indivíduo” versus “O saber está na realidade exterior”), o século 20 nasceu com uma tentativa de caminho do meio para explicar o aprendizado: a perspectiva construtivista. De acordo com essa linha, o sujeito tem potencialidades e características próprias, mas, se o meio não favorece esse desenvolvimento (fornecendo objetos, abrindo espaços e organizando ações), elas não se concretizam.

A presença ativa do sujeito diante do conteúdo é essencial – portanto, não basta somente ter contato com o conhecimento para adquiri-lo. É preciso “agir sobre o objeto e transformá-lo”, como diz Jean Piaget (1896-1980) (leia o quadro abaixo). Foi o cientista suíço quem cunhou o termo construtivismo, comparando a construção de conhecimento à de uma casa, que deve ter materiais próprios e a ação de pessoas para que seja erguida.
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