Dica de livro: A Matemática em Sala de Aula

8-a-matématica-em-sala-de-aula“Smole é uma pesquisadora brasileira que propõe uma reflexão importante sobre como ensinar Matemática a partir das salas de aula e escolas brasileiras. A Matemática em Sala de Aula – Reflexões e propostas para os anos iniciais do Ensino Fundamental é um importante ponto de partida para desconstruir os mitos negativos em torno do ensino da disciplina.”

Katia Stocco Smole e Cristiano Alberto Muniz (orgs.), Penso 172 págs., Ed Penso, tel.: 0800 703 3444 FREE, 63 reais

Dica de livro: O Dia a Dia das Creches e Pré-Escolas

7-o-dia-a-dia-das-creches-e-pré-escolasO Dia a Dia das Creches e Pré-Escolas – Crônicas brasileiras traz histórias possíveis de práticas pedagógicas realizadas em diferentes creches e pré-escolas brasileiras podem servir de modelo afirmativo para aqueles estudantes que ainda desvalorizam o trabalho com a primeira infância. Fácil de ler, mas profundos por dar a voz a outros professores.”

Ana Maria Mello (org.), 241págs., Ed Artmed, tel.: 0800 703 3444 FREE, 61 reais

Calendário de Capacitação/Fevereiro

A programação completa de capacitação para o mês de fevereiro/2016 já está disponível. Você pode baixar o arquivo (PDF) na aba “Capacitação” do blog NotaMáxima ou no endereço http://www.notamaxima.net.br/site/capacitacao

Como evitar evasão escolar em 6 passos

Sua instituição de ensino pode evitar a evasão escolar através de práticas simples como:

  1. Faça pesquisas internas
  2. Promova eventos de integração para os pais
  3. Atenda aos pedidos dos alunos com agilidade
  4. Ofereça produtos agregados ao principal
  5. Faça avaliações preditivas das causas da evasão
  6. Proporcione diferenciais de ensino

8 passos para melhorar a captação de alunos

A disputa pelo mercado está acirrada em todos os níveis, e para instituições de ensino não é diferente. Mas com criatividade é possível aumentar a receita, melhorar a captação e a eficiência operacional.

  1. Facilite a vida dos alunos: qualquer que seja o nível de ensino, escola primária, curso de inglês ou preparatório para concursos, envolve pessoas que via de regra não tem tempo, vem de uma rotina estressante e cansativa e sabem reconhecer quando algo lhes facilita a vida. Evitar uma ida presencial à sede da instituição, oferecendo mecanismos que facilitem a vida moderna é um ponto importante que os clientes reconheçam ao fechar a compra.
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Dica de livro: Professora Sim, Tia Não

4-Professora-sim-tia-não“Paulo Freire deve estar presente em toda biblioteca de nossos futuros professores. Professora Sim, Tia Não – Cartas a Quem Ousa Ensinar, em especial, discute a profissionalidade docente, reflexão tão necessária nos dias de hoje.”

Paulo Freire, 128 págs., Ed Olho d’Água, tel.: (11) 3673-9633, 25,70 reais

 

Dica de livro: Afinal, O Que Os Bebês Fazem no Berçário?

3-Afinal-o-que-o-bebes-fazem-no-berçario“Registro da pesquisa desenvolvida no mestrado pelo jovem autor sobre quais ações dos bebês emergiam de suas experiências em contextos de vida coletiva e que impactos as mesmas criam nas práticas docentes dos adultos responsáveis. Afinal, O Que Os Bebês Fazem no Berçário? – Comunicação, autonomia saber-fazer de bebês em um contexto de vida coletiva coloca em evidência uma etapa infantil pouco valorizada nos cursos de Pedagogia.”

Paulo Fochi, 160 págs., Ed Penso, tel.: 0800 703 3444 FREE, 54 reais

Dica de livro: Alfabetização em Processo

2-alfabetização-em-processo“Escrito há vinte e cinco anos, Alfabetização em Processo contribui para que os aprendizes de professores compreendam os caminhos percorridos pelas crianças no processo de aquisição da representação escrita da linguagem e da representação por escrito de quantidades e operações.”

Emilia Ferreiro, 136 págs., Ed Cortez, tel.: (11) 3611-9616, 31,90 reais

Dica de livro: As Cem Linguagens da Criança

1-As-cem-linguagens“Clássico mundial a respeito do trabalho com a Educação Infantil na cidade italiana Reggio Emilia, aclamada como a melhor do mundo há 50 anos. As Cem Linguagens da Criança oferece importante reflexão sobre como as crianças são concebidas e suas aprendizagens baseadas nas relações, no contexto social e cultural e aponta para a importância da documentação pedagógica.”

Carolyn Edwards, Lella Gandini e George Forman, 296 págs., Ed Penso, tel.: 0800 703 3444 FREE, 78 reais

Hirokazu Yoshikawa: “A boa educação começa ao nascer”

O psicólogo americano, de origem japonesa, Hirokazu Yoshikawa escolheu estudar os impactos da pobreza e da imigração na educação. Chegou, então, a outro ponto de interesse: a infância, na faixa etária que vai do nascimento aos 5 anos de idade. Cuidar dos pequenos nesses primeiros anos de vida, afirma ele, é a forma mais eficaz de diminuir e até neutralizar os efeitos negativos que a pobreza causa na capacidade de aprendizado e no desenvolvimento das crianças. Professor da Faculdade de Educação de Harvard e da Universidade de Nova York, Yoshikawa esteve no Brasil para participar do congresso sobre infância da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal. Ele conversou com ÉPOCA sobre a importância de cuidarmos dos imigrantes, que chegam de outras nações ou que se mudam de áreas isoladas para as grandes cidades de um país. A negligência com os imigrantes, diz Yoshikawa, pode alimentar crises sociais e educacionais difíceis de ser remediadas.

ÉPOCA – Qual o impacto da pobreza na educação?
Hirokazu Yoshikawa – A pobreza tem um impacto enorme na educação e na capacidade de aprendizado da criança, por diversas razões. A mais evidente é a falta de dinheiro dos pais para pagar melhores escolas e comprar livros e brinquedos que a estimule. Sabemos que a boa qualidade da pré-escola tem um papel importante no desenvolvimento da criança. Pais de baixa renda têm pouco acesso a instituições como essas. E há impactos que vêm dessa circunstância. Um dos mais relevantes é o estresse dos pais que trabalham muito e, ainda assim,  não têm dinheiro para pagar contas. A falta de disposição gerada por esse estresse é um impedimento maior para os pais participarem da vida dos filhos do que a falta de tempo em si.
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Tecnologia e infância combinam?

A discussão não é necessariamente nova. Há tempos a relação entre crianças e tecnologia divide opiniões e concepções educativas de famílias e escolas.

Mas se antes a questão resumia-se a deixar os pequenos assistirem ou não à tevê ou às horas despendidas diante do computador, hoje – em tempos de novas tecnologias e dispositivos móveis – o debate ganha maior complexidade e escala.

É CONSENSO QUE CELULARES, TABLETS, CONSOLES PORTÁTEIS DE GAMES E OUTROS ELETRÔNICOS TEM ADENTRADO O UNIVERSO INFANTIL CADA VEZ MAIS CEDO.

Em muitos casos, inclusive, essa introdução conta com o apoio dos próprios pais e instituições de ensino.
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Games ajudam a desenvolver habilidades

Jogos sempre foram formas de lazer na infância da maioria das pessoas. Com o avanço da tecnologia, esses games foram ganhando novos meios virtuais, possibilitando o direcionamento do seu uso à outros objetivos, além de entreter.

O centro de pesquisa de desenvolvimento de jogos digitais Comunidades Virtuais, da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) desenvolve games com finalidade educativa desde 2002. No total, 12 jogos já foram criados pelo grupo – cinco destes financiados pela Secretária de Educação do Estado da Bahia (Sec).

“Os jogos podem se constituir em espaços de aprendizagem. A partir da interação com eles, as crianças conseguem desenvolver determinados conceitos e habilidades, além de ampliar os conceitos que são trabalhados nos jogos”, contou Lynn Alves, coordenadora do centro de pesquisas.
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O papel social da Educação Infantil no desenvolvimento da criança

Ir para a escolinha brincar? Nada disso! Quando a criança inicia a Educação Infantil, ela está se preparando para o seu ambiente social mais importante depois da sua casa, afinal, a infância é um período importante para aprender e formar o cidadão.

Cleonara Schwartz, professora do programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), reforça o papel da escola no desenvolvimento social e cultural da criança, especialmente porque cria oportunidades de socialização que nem sempre a família tem tempo para executar.
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Calendário de Capacitação/Dezembro

A programação completa de capacitação para o mês de dezembro/2015 já está disponível. Você pode baixar o arquivo (PDF) na aba “Capacitação” do blog NotaMáxima ou no endereço http://www.notamaxima.net.br/site/capacitacao

Plataforma Videocamp reúne filmes engajados

Espalhar histórias que merecem ser contadas para o maior número possível de pessoas, democratizando o acesso a filmes e documentários e consolidando o cinema como uma ferramenta de transformação social.

Eis a máxima da plataforma Videocamp, agregador de conteúdo audiovisual que reúne produções nacionais e internacionais com viés social e abordagens provocativas e inspiradoras.

A ferramenta é mais um fruto da fecunda parceria entre Instituto Alana e Maria Farinha Filmes, que já resultou em filmes como Criança, a Alma do Negócio (2008), Muito Além do Peso (2012) e Tarja Branca (2013).
Além dos títulos já citados, o portal traz ainda Quem? Entre Muros e Pontes, documentário que retrata a história de um povo exilado no Saara Ocidental que sobrevive exclusivamente com o auxílio de ONGs, o filme Quando Sinto Que Já Sei sobre práticas educacionais inovadoras Brasil afora e Rio Pinheiros – Histórias e perspectivas, que aborda a drástica modificação do rio e seu entorno, entre outras produções sobre educação, inclusão social, meio ambiente e infância.
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Dica de filme: A Onda

Diante de uma turma desmotivada e a obrigação de ensinar o conceito de autocracia, um professor decide discorrer sobre o assunto por meio de uma experiência prática envolvendo seus alunos. Mas o que era para ser um mero exercício de reflexão ganha força e foge de seu controle. No filme alemão “A Onda”, de 2008, o diretor Dennis Gansel mostra como a sociedade ainda está suscetível a repetir erros históricos como o fascismo e o importante papel que a escola desempenha na formação dos jovens.

 

Você sabe estudar?

Uma má notícia para estudantes acostumados a estudar na véspera das provas. Aquelas oito ou mais horas debruçados sobre os livros madrugada adentro nem de longe serão tão produtivas quanto as horas de alunos que estudaram talvez a metade do tempo, mas o fizeram de forma espaçada.

Essa é uma das conclusões do estudo americano “Improving Students’ Learning With Effective Learning Techniques: Promising directions from cognitive and educational psychology” (“Melhorando a Aprendizagem dos Alunos com Técnicas Eficazes de Aprendizagem: Caminhos promissores da psicologia cognitiva e educacional, em tradução livre”), publicado no periódico científico Psychological Science in the Public Interest.
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Aprendendo a aprender

barbara_oakley-267x400Assim como muitos de nós, Barbara Oakley, 60 anos, professora de Engenharia na Universidade de Oakland, em Rochester, no estado norte-americano de Michigan, era má aluna em Matemática na escola.

Por causa da experiência ruim, nunca gostou da disciplina e entrou para o Exército dos Estados Unidos assim que pegou o diploma de Ensino Médio, determinada a estudar línguas, mais especificamente, o russo.

Ao fim da experiência, porém, percebeu que seus colegas engenheiros do exército conseguiam resolver problemas com mais facilidade e tinham mais perspectivas de emprego do que ela.
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Dica de filme: Girl Rising

A luta de nove meninas de diferentes parte do mundo pelo direito de estudar embala esse filme inspirador dirigido por Richard Robbins e lançado em 2013. Com idades entre 7 e 16 anos e vivendo em países como Afeganistão, Etiópia, Haiti e Índia, estas personagens relatam as dificuldades e barreiras para frequentar a escola em suas comunidades e culturas, exemplificando a situação de 66 milhões de meninas mundo afora. O documentário também mostra a relação entre a inclusão feminina na educação e o fim da pobreza.

 

“Escola do século 21 deve ensinar os alunos a serem críticos”, diz especialista

A escola, que hoje recebe alunos das gerações A (0 a 5 anos) e Z (6 a 17 anos), deve abandonar o ensino baseado na memorização. Essa é a opinião da especialista em inovação no mercado brasileiro, Beia Carvalho. “Tudo o que tiver a ver com decorar não terá mais sentido. A escola precisa ensinar as pessoas a pensarem e a serem críticas”, afirma. Confira a entrevista para o NET Educação na íntegra abaixo.

NET Educação – As gerações possuem modos diferentes de aprender?
Beia carvalho – A geração Y (18 a 35 anos) foi a primeiras geração não linear. A geração X (36 a 50 anos) e todas as anteriores vivem e pensam o mundo de forma linear. Atualmente, já temos nas escolas a geração A e Z, que não são hierárquicas e vivem na simultaneidade. Hoje, o que se ensina são coisas que, se o aluno apertar um botão, pode saber. O jeito que se aprende é diferente e muita coisa passou a ser irrelevante. A tecnologia oferece mais informação do que o professor põe na lousa.
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