Crianças de 1 ano já têm contato com tablets em escolas

Mal deram os primeiros passos e os bebês já dominam tablets e smartphones. Mas os pais ainda têm dúvidas sobre a influência dos cliques no desenvolvimento infantil. Algumas escolas, de olho nas potencialidades pedagógicas, usam os aparelhos com alunos desde 1 ano de idade.

A bancária Vanessa Brandani deu um tablet de presente para a filha Isabela, que acabou de completar 3 anos. No aparelho, a criança curte brincadeiras tradicionais em versão high-tech, como jogo da memória e quebra-cabeça. “Mesmo novinha, ela manuseia com muita facilidade. Aprendeu quase sozinha. Parece que estava conectada desde a barriga”, brinca.

Para a mãe, há vantagens. “Ela identifica o próprio nome na tela. Tem aplicativos de pintar, desenhar. Desenvolve a coordenação motora”, disse. “Sei que alguns especialistas são contra. Mas no restaurante é um santo remédio. Ela se distrai”, afirma Vanessa, de 36 anos. “Controlo tudo o que ela acessa e não deixo usar por tempo demais.”

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Como iniciar práticas educomunicadoras na escola?

Uma educação comprometida com a formação integral do indivíduo deve dar conta de todas as dimensões do desenvolvimento humano e estabelecer-se como processo ao longo da vida. Nesse sentido, o repensar das práticas de ensino e aprendizagem e o reconhecimento de seus potenciais agentes, tempos e espaços torna-se fundamental para oportunizar outras possibilidades educativas, para além daquelas compartimentadas pelos tradicionais currículos escolares.

Nesse contexto, a educação é cada vez mais tensionada a estabelecer diálogo com outras áreas do conhecimento, em arranjos mais abertos, criativos, participativos e que buscam, sobretudo, não hierarquizar a distribuição do saber, possível a qualquer pessoa dado o seu reconhecimento enquanto produtor de cultura. Essa é a defesa da educomunicação, conceito que vem dando pistas de como o uso dos meios, linguagens e instrumentos de comunicação podem estar presentes no espaço escolar, garantindo não só o direito universal à comunicação, mas também outras possibilidades de aprendizagem.
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Mau comportamento dos alunos é maior no Brasil, diz estudo

Os professores brasileiros são os que precisam usar mais tempo da aula mantendo a ordem da classe, segundo uma pesquisa da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O estudo Teaching and Learning International Survey – Talis (Pesquisa Internacional de Ensino e Aprendizagem, em tradução livre) concluiu que 20% do tempo das aulas brasileiras são destinados a ordenar a classe, maior porcentagem entre os países analisados.

A média brasileira é bem maior que a mundial, que ficou em 13%. Por aqui, o ensino e as atividades em si ocupam apenas 67% do tempo da aula, enquanto no resto do mundo a média ficou em 79%. A pesquisa, feita em 2013, consultou professores de 34 países. Na edição de 2008, os educadores brasileiros haviam relatado gastar menos tempo mantendo a classe em ordem: 18% da aula.

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Como estimular estudantes a conhecerem melhor o seu bairro?

Como fazer para que nossos alunos conheçam melhor o Itaim Bibi, sem que precisemos sair com a turma toda andando pelas ruas do bairro? Intrigadas com essa questão, minha colega Maria Giovanetti C. Pires e eu, professoras do 3º ano no Colégio Gracinha, elaboramos uma atividade que possibilitaria, de forma lúdica, que as crianças conhecessem lugares importantes do bairro em que estudam e/ou residem.

Para isso, pensamos em utilizar recursos tecnológicos presentes na vida de nossos alunos e de suas famílias, como o celular e o tablet. Começamos o trabalho selecionando 25 lugares, pois tínhamos 25 alunos em média por classe, desde escolas públicas até bares e restaurantes tradicionais do Itaim.
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Contato com escritora atrai o interesse de alunos pela leitura

Interessada em buscar novas estratégias capazes de atrair o interesse pela leitura entre os alunos do sexto ano do ensino fundamental, a professora Érica Rodrigues, do Colégio Estadual João Gueno, no município paranaense de Colombo, buscou apoio na Universidade Federal do Paraná (UFPR). A parceria entre as duas instituições levou à realização do projeto Ação Integrada para o Letramento, vencedor da sétima edição do Prêmio Vivaleitura, na categoria 2, destinada a escolas públicas e particulares.

Desenvolvido em 2013 e em 2014, com a participação das professoras Lúcia Cherem e Elisa Dalla Bona, da UFPR, o projeto teve como linhas de trabalho o letramento literário e a literatura em sociedade. O principal objetivo do letramento era o de despertar o interesse dos estudantes pela leitura de obras de literatura. Uma das atividades desenvolvidas foi o trabalho que teve como foco a escritora brasileira infanto-juvenil Índigo (Ana Cristina Ayer de Oliveira).
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Filmes para crianças pequenas

Hoje, crianças nascidas nas cidades têm contato com as telas desde bem pequenas, seja nos computadores pessoais, telefones móveis ou tablets. Televisores estão ligados permanentemente em casas, restaurantes, consultórios médicos, nos metrôs, ônibus e táxis. A cultura audiovisual é forte em nossa sociedade e a criança, antes de saber falar, dá conta de acompanhar jogos eletrônicos e narrativas de filmes. Ao chegar à escola, ela já traz um repertório audiovisual significativo.

Esse excesso de telas é um fenômeno relativamente novo e não estão concluídos estudos sobre seus efeitos. Em relação ao desenvolvimento cognitivo das crianças, há quem defenda um precoce contato com games e há quem enxergue nisso um problema gravíssimo para o seu desenvolvimento. Pesquisas feitas sobre TV e criança têm por foco os aspectos psicológicos e se baseiam em levantamentos quantitativos, medindo o tempo de exposição e o tipo de programa a que assistem. Preocupam-se com o impacto que o conteúdo de alguns programas têm sobre as crianças. Poucas são as investigações de caráter qualitativo, que consideram elementos como o ambiente e o contexto em que as crianças recebem os programas: com quem assistem, com quem trocam ideias sobre os programas, enfim, como essa experiência se desdobra em outras.
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Investir no ensino mais cedo tem custo menor, aponta levantamento

Investir na correção de desigualdades durante o desenvolvimento infantil é mais eficaz e mais barato do que em outras etapas da vida. Se governos e famílias tentarem reverter déficits de aprendizado apenas a partir do ensino fundamental, terão de aplicar o dobro do dinheiro que gastariam na primeira infância, época de desenvolvimento do 0 aos 6 anos de idade.

Como cada conteúdo aprendido em um período da vida serve para o aprendizado na etapa seguinte, os déficits ou desigualdades têm de ser corrigidos o mais cedo possível, para que não se acumulem.
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Estudantes aprenderão teoria e prática de finanças nas escolas

O Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) promove, de 9 a 15 de março, em todo o país, a 2ª Semana Nacional de Educação Financeira (Enef), com a finalidade de desenvolver o assunto em sala de aula. A proposta do Conef é incentivar a participação das escolas, consideradas o espaço ideal para promover a educação financeira, aplicada como tema transversal e em diálogo com as diversas disciplinas do sistema de educação do ensino médio e fundamental.

A intenção é promover um ambiente em que estudantes adquiram não somente conhecimentos curriculares, mas também que lhes proporcionem capacidade de administrar sua vida em sociedade; que possam aprender a fazer escolhas e sonhar, além de descobrir formas de realização.
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Professor cria aula estilo stand-up e vira fenômeno nas redes sociais

Alguém aí está a fim de assistir a uma aula de biologia? O assunto pode parecer chato pra muita gente, mas 223 mil pessoas no Twitter, 346 mil no YouTube e 1,9 milhão no Facebook acham que não.

Esses são os seguidores do professor Paulo Jubilut, que se tornou um fenômeno nas redes sociais quando decidiu levar para a web o que só fazia entre quatro paredes: dar aulas de biologia.

Abandonar a tradicional sala de aula não foi exatamente uma escolha de Jubilut. Biólogo formado pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), com mestrado em Ciência e Tecnologia Ambiental pela Universidade do Vale do Itajaí, ele trabalhou por quase dez anos em colégios e cursinhos do Paraná e de Santa Catarina. Mas acabou sendo “empurrado” para a web, no final de 2012, após perder o emprego.

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Cidades-personagens: como são mostradas?

Imaginemos a seguinte situação: um amigo estrangeiro vem passar uns dias com você, para conhecer sua cidade. Você escolhe os lugares que ele poderá gostar. Se a sua cidade é pequena será possível mostrar a cidade toda. Se for uma metrópole, você vai ter que fazer uma escolha a partir do seu gosto pessoal e dos interesses do seu amigo. Provavelmente, você vai querer levá-lo a lugares que considera agradáveis, bonitos, arborizados, pontos turísticos e representativos da cultura local. E seu amigo ficará com a impressão da cidade a partir desses lugares. Se você só mostrar a ele os bairros nobres e as belas construções, ele poderá ficar com a impressão de que não há pobreza na cidade. Portanto, tudo depende do recorte, das escolhas que fizermos.

Também é assim no cinema. Podemos conhecer o mundo pelo cinema, mas é sempre bom lembrar que os recortes (enquadramentos, escolha de locações) são escolhas do cineasta. Ele é o guia turístico da sua viagem cinematográfica. Há filmes que propositadamente se passam em locais indefinidos e, também, em tempos indefinidos, o que nos levará a pensar sobre as relações humanas como um todo. Outros filmes tratam marcadamente da cultura local, portanto, o cenário é importantíssimo para localizar o espectador. Muitas vezes, o filme tem início com um grande plano geral da cidade, anunciando ao espectador a moldura da história.
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Calendário de Capacitação/Março

A programação completa de capacitação para o mês de março/2015 já está disponível. Você pode baixar o arquivo (PDF) na aba “Capacitação” do blog NotaMáxima ou no endereço http://www.notamaxima.net.br/site/capacitacao

Por que a tecnologia não mudou a educação: porque o sistema é o mesmo

A educação não vai bem — isso todo mundo sabe por estatística ou por experiência própria. O que intriga muita gente é por que a situação não melhora com toda a tecnologia disponível.

Para o trio da Santo Caos, uma “consultoria de engajamento” de São Paulo, a resposta é que o modelo educacional é o mesmo. O aparato tecnológico é usado apenas como outra modalidade de material, sem alterar a maneira como o conteúdo é ensinado ou modificar a administração das verbas e do tempo.
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Ainda faz sentido exigir que crianças saibam a tabuada de cor?

Antigamente, saber a tabuada de cor e poder fazer algumas contas de cabeça era uma necessidade cotidiana. Na padaria, no açougue, na mercearia – quem não soubesse contar seus miúdos corria o risco de sair com o troco errado. Hoje, na era das calculadoras e dos smartphones, será que habilidades como essas se tornam obsoletas? E que outras aptidões são necessárias para que as crianças de hoje vivam bem no século 21?

As calculadoras começaram a aparecer nas salas de aula do ocidente na década de 1970. Elas já existiam antes, mas à medida que seu preço e tamanho diminuíam, os modelos foram se multiplicando. Junto com a tecnologia, vieram os questionamentos.
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Tendências na educação em 2015

É cada vez mais comum encontrar plataformas tecnológicas – e atrativas – para promover aprendizado, jogos que imediatamente elaboram rankings da classe ou ferramentas que geram relatórios com desempenho de alunos. Mas professores ainda sentem falta de um norte que apoie e fomente estratégias para impulsionar o desempenho de alunos. Especialistas ouvidos pelo Porvir consideram que 2015 pode começar a mudar esse quadro e veem como tendências que estarão no centro do debate educacional a adoção de plataformas de gestão de dados, o aprendizado baseado em competências e as novas formas de avaliar e de certificar conhecimentos. É por meio deste pacote inovador, segundo eles, que se conseguirá fomentar o empreendedorismo, a consciência e competências para resolver problemas urgentes relacionados à sustentabilidade e desenvolver as habilidades do século 21.

Tudo começa com o enfrentamento de dois grandes desafios: a garantia de conectividade plena, que permitirá acesso a recursos multimídia de maneira eficiente, e uma formação de professores que os prepare para inovar e lidar com ferramentas digitais.

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Tecnologia vai revolucionar as avaliações, diz estudo

As demandas vitais do século 21 vão muito além do que conseguem medir as avaliações padronizadas. Especialistas buscam superar a aferição de habilidades técnicas e conhecimento para abrir espaço a uma série de outras características, como mostrou o especial sobre competências socioemocionais lançado pelo Porvir.

Um recente estudo publicado pelo grupo editorial britânico Pearson chamado “Preparing for a renaissance in assessment” (“Preparação para um renascimento em avaliações”), direcionado a líderes educacionais, vai ao encontro do material publicado recentemente por este site e vê dois fatores como primordiais para induzir novos processos de avaliação: o primeiro é resultado da força da globalização e das tecnologias digitais, enquanto o último é inerente à percepção de que o paradigma atual já não funciona como deveria, pois até mesmo os melhores sistemas atingiram um limite de crescimento.
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Seu filho não quer ir para a escola? Saiba como resolver esse problema

Enquanto alguns alunos contam os dias para voltar à sala de aula, outros tornam a despedida um momento dramático para os pais. Mas calma. Especialistas ouvidas pelo UOL dizem que essa pode ser só uma fase e indicam que uma boa conversa é o primeiro passo para evitar o choro na porta da escola.

Segundo Teresa Bonilha, orientadora educacional do Colégio Visconde de Porto Seguro, conversar com a criança é a chave para entender se o problema é a escola ou a volta à rotina. “Se o problema for com a rotina, é preciso refletir sobre como ela está composta e se é possível mudar alguma coisa. Ou ainda se a flexibilização no período de férias não foi muito grande”, afirma.
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Ministério quer ouvir sugestões para programa de valorização de diretores de escolas públicas

O Ministério da Educação publicou na última quarta-feira, 4, consulta pública para receber sugestões que ajudarão na criação de um programa de valorização de diretores de escolas públicas de ensino básico municipais, estaduais e federais de todo país. O objetivo é que alunos, pais, professores, gestores, comunidade escolar, academia, estudiosos e sociedade em geral apresentem suas experiências sobre o trabalho de diretores escolares e façam propostas, sugestões e comentários.

Os interessados em contribuir terão até 2 de março para preencher um questionário. O internauta deverá responder a duas perguntas. 1) Como você avalia a importância de um diretor de escola de educação básica? 2) Como você entende que pode ser valorizado o papel do diretor de escola de educação básica?

O ministro da Educação, Cid Gomes, acredita que o primeiro passo para a valorização do diretor de escola é ouvir as pessoas. “É importante que a gente envolva toda a comunidade escolar, para que todos possam dar suas opiniões, expor suas questões, compartilhar conosco suas experiências e seu conhecimento”, explica.

Segundo ele, para participar, basta ter interesse no debate. “Todas as pessoas que tenham algum sentimento de compromisso com a educação, com a melhoria da educação no nosso país, com a valorização da escola, com a compreensão da importância do papel de um executivo, que é o diretor da escola, podem contribuir”, afirma o ministro. (MEC)

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Aluno de 14 anos consegue na Justiça direito de fazer curso de medicina

O juiz titular da 1ª Vara Cível da Comarca de Itabaiana (SE), Alberto Romeu Gouveia Leite, concedeu nesta quarta-feira (28), em caráter liminar, o direito de José Victor Menezes Teles, 14, de fazer o teste de certificação de conclusão do ensino médio pela Secretaria de Estado da Educação (SEED) de Sergipe.

O menino fez a prova, obteve os pontos necessários e, agora, tem o ensino médio completo.
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Jovem de 24 anos criou site que atende a milhões de pessoas; seria essa a resposta para a ‘falta de habilidades’ de profissionais?

Zach Sims tem apenas 24 anos. Abandonou uma das mais prestigiadas universidades do mundo antes de se formar. Hoje, é conhecido como o professor de 26 milhões de estudantes.

O americano dirige o site Codecademy, lançado há três anos, que permite a usuários aprender seis linguagens de programação através de uma interface simples e gratuita.

Mas o que levou o jovem de Nova York a abandonar a Columbia, uma das maiores universidades do mundo? Um fenômeno no mercado de trabalho conhecido como “déficit de habilidades” – ou “skills gap”, no chavão em inglês.
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Quer um ano sossegado na escola? Professores contam como

Aproveite o começo do ano para implantar uma nova rotina de estudos. Planeje, revise, treine. Parece papo de professor? É mesmo. São conselhos de profissionais que, ano após ano, veem seus alunos ficarem desesperados com os períodos de prova.

Para começar, é preciso acabar com a mania de deixar tudo para a última hora. Essa é a opinião de Marco Antônio Barbosa, coordenador pedagógico do Colégio Magnum, de Belo Horizonte. “O jovem, normalmente, tende a resolver só quando aperta. A orientação tem que ser exatamente para romper esse ciclo”, afirma.
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