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Fazer um curso profissionalizante antes ou depois das aulas, estudar em uma escola que proporcione estágio em empresas, sentar em cadeiras mais confortáveis e que os professores expliquem melhor as matérias. Essas são algumas das principais expectativas dos alunos de ensino médio da rede estadual, segundo uma pesquisa feita com quatro mil estudantes, pelo Instituto Mapear, para a Secretaria estadual de Educação. O estudo mostrou ainda que, apesar das conhecidas mazelas do ensino público, os estudantes estão sonhando mais alto. Perguntados sobre o futuro, 66% têm a intenção de cursar uma faculdade, contra 58% da pesquisa de 2008. E a quase totalidade deles (95%) pretende completar o ensino médio. Já 46% dos matriculados planejam fazer um curso técnico ou profissionalizante. Em 2008, eram 34%. Continue lendo ‘Alunos do ensino médio querem aulas direcionadas para o mercado’
As 3.853.317 crianças e adolescentes de 4 a 17 anos que estão fora das salas de aula e deixam o Brasil ainda longe de cumprir a meta estabelecida pelo movimento Todos Pela Educação — 98% ou mais dessa faixa etária devem estar matriculados e frequentando a escola até 2022 — são um “número assustador e que mostra que é irresponsabilidade dizer que o país universalizou a educação.”, diz Priscila Cruz, presidente do Todos pela Educação: — É inadmissível, são quase quatro milhões de pessoas que têm seu direito de aprender negado. De acordo com o relatório De Olho nas Metas, em 2010, a taxa de atendimento no país foi de 91,5%, na faixa de 4 a 17 anos, quando a meta era de 93,4%. Para especialistas, esses números não mostram apenas as crianças e jovens que não vão à escola, mas evidenciam que o país precisa ter uma política pública não só para garantir o acesso à educação, mas também para manter o aluno na escola, garantir que conclua a educação básica e tenha educação de qualidade. Continue lendo ‘País precisa garantir que alunos concluam educação básica’
Uma das políticas centrais do governo, a educação profissional não tem interessado tanto aos jovens como se poderia esperar. Uma pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 77,5% dos entrevistados nunca frequentou algum curso profissionalizante, seja de nível básico, médio ou tecnológico. A maioria deles por falta de interesse. A pesquisa mostra que, entre 2004 e 2010, o número de pessoas com cursos profissionalizantes aumentou 77%. Ainda assim, o porcentual é baixo: 23% dos jovens apenas passaram por alguma formação, excluindo-se aí o ensino superior. “O grande problema é a falta de interesse. Talvez falte conhecimento por parte dos jovens. Hoje, quem faz um ensino médio profissionalizante tem um ganho salarial 14% maior do que quem fez apenas o ensino médio regular. Um jovem com uma graduação tecnológica de três anos recebe 24% mais do que alguém com três anos de bacharelado”, afirma o economista da Fundação Getulio Vargas Marcelo Neri, responsável pela pesquisa. Continue lendo ‘Educação profissional é pouco atraente, aponta pesquisa’
Embora reconheçam a praticidade dos cursos a distância, empregadores ainda desconfiam de sua eficácia. Para minimizar o efeito, alertam especialistas, o ideal é escolher um programa de escola de renome, preferencialmente em área técnica, e demonstrar disciplina. O Brasil só possui um curso stricto sensu a distância recomendado pela Capes, o Profmat (Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional), da Sociedade Brasileira de Matemática. Mas a situação deve mudar. João Carlos Teatini, diretor de EAD da Capes, diz que, por ser uma metodologia recente, há resistência em programas mais conceituados de pós. “Isso existe por força do tradicionalismo e pelo desconhecimento da modalidade.” Entre os lato sensu a oferta é enorme – bem como o preconceito dos empregadores, afirma o consultor Paulo Buchsbaum. “No entanto, para cursos mais técnicos, o ensino à distância pode representar uma opção viável”, diz. Daniela do Lago, “coach” de executivos e professora de MBA da FGV, recomenda especial dedicação aos estudos. “Para estudar a distância é importante o aluno ter disciplina. Se for desorganizado, a empresa vai desconfiar da efetividade do curso.” A desconfiança em relação ao método, contudo, tende a diminuir, afirma a consultora Dulce Magalhães. “A geração Y já traz outra percepção a respeito da EAD”. (Folha)
A Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça proibiu nesta segunda o Sindicato do Comércio Varejista de Material de Escritório, Escolar e Papelaria do Estado de São Paulo e Região (Simpa-SP) e o seu presidente, Antônio Martins Nogueira, de recomendarem a seus afiliados reajustes de preços, datas e porcentuais para os aumentos. A SDE decidiu agir depois que reportagens mostraram o Simpa aconselhando os lojistas a repassarem a inflação do ano, de 6,5%, aos produtos que compõe a lista de material escolar. Caso descumpra a determinação, o sindicato terá de pagar uma multa de R$ 10 mil por dia. O presidente do sindicato também deu entrevista aconselhando os pais de crianças em idade escolar a antecipar as compras para evitar um reajuste que poderia chegar a até 10%. Nogueira alegava que os produtos em venda em dezembro ainda estavam com preços mais baixos porque as compras haviam sido feitas em setembro, mas, com a reposição para a volta às aulas, os produtos viriam muito mais caros. Continue lendo ‘Ministério da Justiça pressiona contra aumento de preço de material escolar’
A partir de 2012, estudantes estaduais de Alagoas poderão estudar com uniformes adornados com publicidade. O governo dos estado sancionou uma lei que aprova o patrocínio das escolas com doação de uniformes, material escolar e mobiliário, informou a Folha. Em troca, as empresas poderão ter o nome nas roupas. O que motivou tal atitude, segundo a Secretaria da Educação de Alagoas, foi o fato de que não há verba para custear isso. A única restrição é quanto ao tipo de empresa que patrocinará os uniformes: elas não podem atuar nos setores de bebidas e cigarros. Atualmente, todas as peças são pagas pelos próprios pais, mas o uso do uniforme não é obrigatório.
Enquanto o país investe mais de R$ 40 mil por ano em cada preso em um presídio federal, gasta uma média de R$ 15 mil anualmente com cada aluno do ensino superior — cerca de um terço do valor gasto com os detentos. Já na comparação entre detentos de presídios estaduais, onde está a maior parte da população carcerária, e alunos do ensino médio (nível de ensino a cargo dos governos estaduais), a distância é ainda maior: são gastos, em média, R$ 21 mil por ano com cada preso — nove vezes mais do que o gasto por aluno no ensino médio por ano, R$ 2,3 mil. Para pesquisadores tanto de segurança pública quanto de educação, o contraste de investimentos explicita dois problemas centrais na condução desses setores no país: o baixo valor investido na educação e a ineficiência do gasto com o sistema prisional. Apenas considerando as matrículas atuais, o chamado investimento público direto por aluno no país deveria ser hoje, no mínimo, de 40% a 50% maior, aponta a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, que desenvolveu um cálculo, chamado custo aluno-qualidade, considerando gastos (de salário do magistério a equipamentos) para uma oferta de ensino de qualidade. — Para garantir a realização de todas as metas do Plano Nacional de Educação que está tramitando no Congresso, seriam necessários R$ 327 bilhões por ano, o que dobra o investimento em educação — afirma Daniel Cara, coordenador da campanha. Continue lendo ‘Brasil gasta com presos quase o triplo do custo por aluno’
Tramita na Câmara o Projeto de Lei 1648/11, do deputado Washington Reis (PMDB-RJ), que obriga os estabelecimentos de ensino a publicar no diário oficial do estado o valor da mensalidade escolar, por curso, no período mínimo de 45 dias antes da data final para matrícula. A proposta altera a Lei 9.870/99, que trata do valor total das anuidades escolares. A exigência de publicação vale para escolas de todos os níveis de ensino, faculdades e universidades particulares. Atualmente, a lei só exige a divulgação do contrato de ensino, com o valor da anuidade, “em local de fácil acesso ao público”. O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Educação e Cultura e Constituição, e Justiça e de Cidadania. (Agência Câmara)
A Vanguarda Educação Editora, especializada na produção de conteúdo para comunicação e informação para o mercado educacional, lançou a revista “TIC na Educação“. O conteúdo é formado por informações sobre tecnologia educacional do mercado nacional e internacional, compreendendo um plano editorial relevante, moderno e enriquecedor do conhecimento para os profissionais da educação, entre gestores e professores das redes pública e particular do ensino básico e superior. Segundos os editores, apresentará mensalmente todos os processos que facilitem e consolidem o desenvolvimento da educação e de todo o correspondente mercado de produtos, sistemas e serviços para educação, incluindo:- Política educacional;
- Melhores práticas;
- Regulamentação e responsabilidades;
- Fornecedores de produtos, serviços e análises de mercado;
- Comportamento de mercado;
- Treinamento e desenvolvimento de carreira;
- Tendências de mercado e destaques condutores de desenvolvimento.




