Arquivo para a Categoria 'Tecnologia'

Sua escola sabe interagir com a nova geração?

Qualidade se faz também por meio de tecnologia.

Ter ferramentas para os professores melhorarem a comunicação em sala de aula e gerirem as suas turmas faz toda a diferença e potencializará o processo ensino-aprendizagem.

O Diarion é o que há de mais moderno para integrar todos os tipos de comunicação com toda a experiência de mercado educacional da Gennera que você conhece.

Com o Diarion da Genenra você compartilha a interatividade – Uma revolução na comunicação em sala de aula:

  • Notas e Médias – Lance as notas e calcule as médias dos alunos
  • Frequência – Faça a chamada na tela do seu table ou celular
  • Conteúdo – Planeje bem as suas aulas e não deixe escapar nem um minuto
  • Indicadores – Acompanhe os indicadores de desempenho da turma e dos alunos
  • Calendário – Organize seus calendários de aulas de forma centralizada
  • Atividades – Gerencie as atividades complementares dos alunos
  • Grupos – Estimule a discussão dentro dos grupos
  • Alunos – Acesse informações a respeito de cada aluno

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Tecnologia e infância combinam?

A discussão não é necessariamente nova. Há tempos a relação entre crianças e tecnologia divide opiniões e concepções educativas de famílias e escolas.

Mas se antes a questão resumia-se a deixar os pequenos assistirem ou não à tevê ou às horas despendidas diante do computador, hoje – em tempos de novas tecnologias e dispositivos móveis – o debate ganha maior complexidade e escala.

É CONSENSO QUE CELULARES, TABLETS, CONSOLES PORTÁTEIS DE GAMES E OUTROS ELETRÔNICOS TEM ADENTRADO O UNIVERSO INFANTIL CADA VEZ MAIS CEDO.

Em muitos casos, inclusive, essa introdução conta com o apoio dos próprios pais e instituições de ensino.
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Games ajudam a desenvolver habilidades

Jogos sempre foram formas de lazer na infância da maioria das pessoas. Com o avanço da tecnologia, esses games foram ganhando novos meios virtuais, possibilitando o direcionamento do seu uso à outros objetivos, além de entreter.

O centro de pesquisa de desenvolvimento de jogos digitais Comunidades Virtuais, da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) desenvolve games com finalidade educativa desde 2002. No total, 12 jogos já foram criados pelo grupo – cinco destes financiados pela Secretária de Educação do Estado da Bahia (Sec).

“Os jogos podem se constituir em espaços de aprendizagem. A partir da interação com eles, as crianças conseguem desenvolver determinados conceitos e habilidades, além de ampliar os conceitos que são trabalhados nos jogos”, contou Lynn Alves, coordenadora do centro de pesquisas.
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“Escola do século 21 deve ensinar os alunos a serem críticos”, diz especialista

A escola, que hoje recebe alunos das gerações A (0 a 5 anos) e Z (6 a 17 anos), deve abandonar o ensino baseado na memorização. Essa é a opinião da especialista em inovação no mercado brasileiro, Beia Carvalho. “Tudo o que tiver a ver com decorar não terá mais sentido. A escola precisa ensinar as pessoas a pensarem e a serem críticas”, afirma. Confira a entrevista para o NET Educação na íntegra abaixo.

NET Educação – As gerações possuem modos diferentes de aprender?
Beia carvalho – A geração Y (18 a 35 anos) foi a primeiras geração não linear. A geração X (36 a 50 anos) e todas as anteriores vivem e pensam o mundo de forma linear. Atualmente, já temos nas escolas a geração A e Z, que não são hierárquicas e vivem na simultaneidade. Hoje, o que se ensina são coisas que, se o aluno apertar um botão, pode saber. O jeito que se aprende é diferente e muita coisa passou a ser irrelevante. A tecnologia oferece mais informação do que o professor põe na lousa.
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Troca-se tempo livre

Tempo é dinheiro, diz a sabedoria popular. Se a expressão, entretanto, fosse adaptada aos princípios da plataforma Bliive, no ar desde 2013, o mais apropriado seria dizer que tempo é conhecimento. Fruto de uma cultura que ganha força nos últimos anos, conhecida como consumo colaborativo, a rede social conecta pessoas com diferentes talentos e aptidões a fim de que possam trocá-los entre si. Como elemento intermediário das permutas, o tempo – convertido em TimeMoney, moeda própria do site. A cada hora-aula que uma pessoa oferece de sua habilidade, ganha um TimeMoney para gastar aprendendo algo novo com outra pessoa.

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De noções de fotografia a ombro amigo, tudo pode ser
trocado pelo site. Foto: Divulgação

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Estudantes usam a tecnologia na preparação para o Enem 2015

Os alunos que concorrem ao Enem estão usando a tecnologia para chegar bem preparados na hora da prova.

Na reta final é assim mesmo: os alunos respiram aulas até fora da sala. Onde vai o estudante, vai o professor, mas no celular. “O celular a gente usa porque toda hora está com ele na mão. 3G, wi-fi então, a gente busca na internet uma vídeo-aula”, conta o estudante.

Na internet tem uma infinidade de aulas virtuais, mas como saber a qualidade delas? Especialistas de uma fundação de São Paulo selecionaram 2 mil vídeos e colocaram tudo em um aplicativo. É só baixar e assistir de graça.
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Educação inclusiva: tecnologia e ludopedagogia

Frequentemente, quando pesquisamos o tema “tecnologia na educação”, o ponto de partida da maioria dos autores que escrevem a respeito é que “não se pode mais fugir disso!”. Ficou repetitivo e exaustivo ler ou ouvir essa expressão.

É de conhecimento de todos que a sociedade evolui e, junto com ela, os cidadãos. Como também conhecemos que a instituição escola acompanha lentamente essas evoluções. No entanto, não é repetindo o quanto a escola precisa se adequar e professores necessitam mudar seus paradigmas, que fará a evolução acontecer. Necessitamos de práticas que tornem a premissa “escola precisa usar tecnologia” aceitável.
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Plataforma mostra as mais inovadoras experiências educacionais do mundo

O Porvir, programa do Instituto Inspirare, coordenou mapeamento inédito em mais de 30 países, com a proposta de identificar cases relacionados a cinco tendências de inovação na educação.

O levantamento foi realizado em parceria com três organizações de relevância global com experiência em pesquisa e disseminação de inovações educacionais: Edsurge (Estados Unidos), Innovation Unit (Reino Unido) e Wise (Catar). O resultado do trabalho pioneiro foi sistematizado no InnoveEdu – plataforma gratuita que reúne 96 cases educacionais ao redor do mundo. No cerne da iniciativa, o objetivo de oferecer referências práticas para educadores, formuladores de políticas públicas e empreendedores ao redor do mundo. A proposta é trazer inspiração concreta – por meio de exemplos reais – para que educadores consigam implementar inovações.
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Aluno tem nota por `curtidas`, e autora do `Diário de Classe` critica método

Isadora Faber, criadora da página “Diário de Classe”, questionou em uma rede social a metodologia utilizada por um de seus professores do segundo ano do ensino médio de uma escola particular de Florianópolis, para dar nota a um trabalho em grupo. Ele deu uma semana para que os alunos postassem um vídeo em uma rede social abordando a prevenção de doenças. Os estudantes irão receber três pontos no trimestre se conseguirem 250 curtidas.

“Avaliar os alunos pelo número de curtidas é um absurdo. Acho injusto com quem não utiliza redes sociais ou não tem muitos amigos. É difícil conseguir 250 curtidas em uma semana”, avalia a adolescente de 16 anos.

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Tecnologia muda relação de alunos com escola rural

“Minha mãe não sabia muito bem o que era um computador. Quando levei o tablet que ganhei na escola para casa, ela se apavorou quando viu. Depois, gostou bastante de mexer.” Assim como a mãe, a estudante Heloísa da Costa, 10, nunca tinha usado um computador. Moradora de uma área rural em Viamão, na região metropolitana de Porto Alegre (RS), ela acessou a internet pela primeira vez na escola municipal de ensino fundamental Zeferino Lopes de Castro.

Há dois anos, a instituição que Heloísa estuda começou a participar do programa Escolas Rurais Conectadas, da Fundação Telefônica Vivo, onde todos os alunos receberam um tablet, do 1o ao 3o ano, e um netbook, do 4o ano 9o ano. “Quando eu entrei no colégio, só tinha aula normal. Depois começou a modernizar”, diz a menina, que já substituiu o tablet pelo netbook quando passou para o 4o ano.

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Portal cria competição para incentivar a leitura

Muitas famílias não sabem como podem estimular as crianças a lerem mais. Pensando nisso, o portal Arkos foi desenvolvido como um serviço que incentiva a leitura, destinado a alunos do 2º ao 5º ano do ensino fundamental.

A iniciativa foi inspirada em portais da Europa e dos EUA, que já ajudaram milhões de crianças. “A ideia de ganhar pontos com a leitura veio da Alemanha, que criou uma ferramenta semelhante à Arkos em 2003”, explica o cofundador da marca, Sven Kottmann. A partir da ideia alemã, ele e seus sócios adaptaram o projeto à realidade brasileira.

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Como conectar sua classe com o mundo usando Skype

Muitas pessoas conhecem o Skype somente como ferramenta para conversar pela internet e fazer ligações. O que poucos sabem é que ele permite mudar a metodologia de ensino. “Skype na Sala de Aula” é uma comunidade online criada pela Microsoft, com objetivo de mudar aulas como geografia e história, conectando salas de aula ao redor do mundo.

Existem diversas maneiras dessa interação acontecer. Uma delas é através do Mistery Skype, um jogo criado por professores, no qual uma sala deve adivinhar, através de 20 perguntas, onde a outra está localizada. É uma estratégia válida tanto para a prática de outros idiomas, quanto para testar conhecimentos de geografia, história e aprender um pouco mais sobre a cultura de determinado local. Scott Bedley, professor da 5ª série da Plaza Vista School, na Califórnia, afirma que “ver o processo de pensamento crítico é mais gratificante do que qualquer prova que se pode aplicar”.

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Colégio carioca usa games para ensinar geografia e estudos sociais

Nos meus tempos de escola, eu me divertia muito com as aulas de educação física. As outras aulas, sendo bem honesto, eram um pouco chatas. Mas hoje as coisas parecem que estão mudando para os alunos. No lugar de decorar os nomes dos países em um mapa estático e sem graça, os estudantes estão aprendendo isso com os videogames.

É assim que os alunos do Colégio Federal Pedro II, um dos mais tradicionais do Rio de Janeiro, estão descobrindo e aprendendo coisas como a evolução da paisagem de Jerusalém através dos séculos com `Assassin`s Creed`, as diferenças socioeconômicas de uma cidade com `Grand Theft Auto V` e os cenários geográficos com os estágios de `Street Fighter II`.

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Tecnologia ajuda professor a aprender com professor

De que forma a tecnologia pode extrapolar o seu potencial transformador no aprendizado dos alunos e trazer boas contribuições para a qualificação dos professores? O tema foi debatido durante uma mesa redonda promovida na manhã do dia 22/05 pela Fundação iFHC, em São Paulo. O evento contou com a participação de Lord Jim Knight, ex-ministro da Educação da Inglaterra e diretor-executivo de aprendizagem online da TES Global, maior rede online de professores no mundo, com plataformas voltadas para o desenvolvimento profissional, a excelência do ensino e a empregabilidade dos professores.

Em sua experiência como ministro, Knight afirma ter aprendido que o investimento em tecnologia nas escolas é extremamente importante, mas pode ser desperdiçado se não forem empregados os mesmos esforços em treinamento e qualificação dos professores. “É fácil para os políticos se distraírem com o que parece urgente em vez do que é realmente importante. Construir mais escolas e oferecer recursos tecnológicos parece urgente, mas é mais importante investir no professor, que é a raiz de uma educação de qualidade”, explica Knight.

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Por que a tecnologia não mudou a educação: porque o sistema é o mesmo

A educação não vai bem — isso todo mundo sabe por estatística ou por experiência própria. O que intriga muita gente é por que a situação não melhora com toda a tecnologia disponível.

Para o trio da Santo Caos, uma “consultoria de engajamento” de São Paulo, a resposta é que o modelo educacional é o mesmo. O aparato tecnológico é usado apenas como outra modalidade de material, sem alterar a maneira como o conteúdo é ensinado ou modificar a administração das verbas e do tempo.
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Tecnologia vai revolucionar as avaliações, diz estudo

As demandas vitais do século 21 vão muito além do que conseguem medir as avaliações padronizadas. Especialistas buscam superar a aferição de habilidades técnicas e conhecimento para abrir espaço a uma série de outras características, como mostrou o especial sobre competências socioemocionais lançado pelo Porvir.

Um recente estudo publicado pelo grupo editorial britânico Pearson chamado “Preparing for a renaissance in assessment” (“Preparação para um renascimento em avaliações”), direcionado a líderes educacionais, vai ao encontro do material publicado recentemente por este site e vê dois fatores como primordiais para induzir novos processos de avaliação: o primeiro é resultado da força da globalização e das tecnologias digitais, enquanto o último é inerente à percepção de que o paradigma atual já não funciona como deveria, pois até mesmo os melhores sistemas atingiram um limite de crescimento.
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Teatro de fantoches no celular

A proposta de trabalhar com marionetes sempre encanta, promove e estimula a criatividade. Imagine se além de selecionar os fantoches, os cenários e os objetos da cena, você também pudesse dar sua voz a eles?

Para trabalhar com dispositivos móveis, é interessante usar aplicativos de criação de conteúdo. Para produzir narrativas digitais o programa Sock Puppets (Fantoches de meia, na tradução livre), que é gratuito e tem opcionais cobrados, é uma ótima alternativa.
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Professor: Conheça sites para criar vídeos educativos

Vídeos geralmente representam um material de apoio muito bom durante as aulas, afinal os estímulos audiovisuais costumam prender mais a atenção dos alunos do que um professor expondo uma série de informações na lousa. Por isso, caso você tenha interesse em produzir conteúdos também em vídeo, conheça 3 sites que podem te ajudar:

1 – Screen Toaster
Esta é uma ferramenta online gratuita que permite a criação de vídeoaulas, afinal você é capaz de gravar vídeo e áudio. Além disso, você pode capturar imagem dos arquivos que estão no seu desktop, de modo que também permite a você fazer demonstrações. Para isso, basta você se cadastrar no site.

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ENTREVISTA – Evolução dos softwares de gestão educacional

rubens_monteiro180A Revista Educação, em sua edição especial sobre tecnologia publicada em novembro, fez uma reportagem sobre a evolução dos softwares de gestão na área de Educação. A reportagem “Ontem, hoje e amanhã”, pautada na perspectiva das tarefas de gestão realizadas pelos softwares nos últimos dez anos, contou com a entrevista do presidente do conselho da Gennera, Rubens Monteiro Júnior. Confira a entrevista:

Revista Educação – Quais as diferenças entre uma escola de hoje e a escola de uma década atrás neste aspecto?
Rubens Monteiro- Há 10 anos a maioria dos softwares de gestão realizavam suas tarefas dentro da própria instituição, isto é, tinham que ser instalados e operados internamente. As pessoas tinham que enfrentar filas na secretaria da escola para fazer matrícula ou solicitar e retirar documentos, por exemplo. Ainda hoje, há escolas que trabalham assim. Naquela época, a internet era insipiente: em 2001 éramos 2 milhões de internautas brasileiros, hoje somos mais de 85 milhões. O volume de vendas através do e-commerce saiu de R$ 540 milhões em 2001, para mais de R$ 20 bilhões em 2012. Atualmente, as tarefas de gestão executadas pelos softwares estão mais alinhadas com as expectativas das pessoas, ou seja, podem ser realizadas à distância, através da internet. Portanto, a principal diferença está nos softwares que adotaram as facilidades da internet.

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Grupos virtuais de estudo ajudam a rever conteúdos

No Facebook, alunos criaram grupos para resolver questões do Enem e de vestibulares de anos anteriores e para pedir que colegas revisem suas redações. Há comunidades que chegam a ter mais de 60 mil participantes e as postagens são frequentes.

Em rápida busca pelo site, o Estado localizou pelo menos dez grupos com mais de mil membros. Os temas são diversos. Matemática para Enem e Vestibular, criado pelo professor Gustavo Viegas, de 30 anos, de Porto Alegre (RS), ultrapassa a marca de 80 mil participantes. “Começou como um trabalho complementar às aulas presenciais. Muitos alunos tinham dúvidas parecidas, então decidi criar um grupo. Eram cerca de 150 pessoas no começo.”

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